sábado, 30 de junho de 2012

Médico defende exame que testa conhecimento de profissionais estrangeiros




O representante da Associação Médica Brasileira (AMB), Florentino Cardoso, destacou há pouco que o exame Revalida serve para avaliar se médicos formados em outros países, sejam brasileiros ou de outras nacionalidades, têm o preparo adequado para atender aos pacientes no País. "O Revalida não foi feito para punir médicos que estudaram em outros países, mas para garantir que tenham condições e conhecimento para exercer a profissão no Brasil", disse.

Florentino Cardoso manifestou sua preocupação com o fato de que algumas universidades federais e estaduais têm feito a certificação dos diplomas estrangeiros de forma alheia ao processo do Revalida, apenas atestando a equivalência curricular. "Isso tem garantido um índice de mais de 90% de aprovação dos médicos formados no exterior", criticou.

O debatedor participa de seminário promovido pelas comissões de Seguridade Social e Família, da Câmara; e de Assuntos Sociais, do Senado. O evento prosseguuiu no Auditório Freitas Nobre.

Professor critica validação automática de diploma estrangeiro de médicos


O professor Milton de Arruda Martins, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), criticou há pouco a revalidação automática de diplomas no Brasil de médicos formados em outros países, sem que passem por exames que atestem a capacidade de exercerem a profissão adequadamente. "O Brasil deve resistir à tentação de usar esse método para aumentar o número de médicos no País. Isso vai prejudicar a qualidade do atendimento", destacou.

O docente defendeu o exame Revalida, que passou a ser adotado no ano passado para que médicos que estudaram no exterior possam obter a revalidação do diploma universitário. "O Revalida é um processo que acontece nos moldes do que é feito nos países desenvolvidos do hemisfério norte. Os conhecimentos e habilidades exigidos são os mesmos exigidos nos cursos de medicina no Brasil. Primeiro, há uma prova de múltipla escolha; depois, prova prática", explicou.

De acordo com Milton Martins – que participa de seminário promovido pelas comissões de Seguridade Social e Família, da Câmara; e de Assuntos Sociais, do Senado – a maior parte das universidades e entidades médicas consideram o Revalida um processo adequado, embora precise de alguns ajustes.

Dados
O expositor divulgou que, dos 714 médicos inscritos no Revalida de 2011, 417 eram brasileiros que fizeram medicina no exterior, principalmente na Bolívia, em Cuba e na Argentina. O restante era de profissionais de outras nacionalidades.

Dos inscritos inicialmente no Revalida, 536 fizeram os testes de múltipla escolha, sendo que apenas 96 foram aprovados nessas provas eliminatórias. "Somente 75 compareceram à prova prática, que veio depois. Apenas 65 foram aprovados e poderão revalidar seus diplomas - o que equivale a 12,13% dos 536", comparou.

Para o professor, o Revalida 2011 confirmou que a formação médica da maioria dos candidatos não era adequada à formação exigida para os estudantes dos cursos de medicina brasileiros. "A prova foi adequada. Os candidatos é que tinham preparo insuficiente", declarou.

Cursos 
Milton Martins afirmou também que, atualmente, existem 196 cursos de medicina autorizados a funcionar no Brasil. Desse total, 114 são privados; e 82, públicos (58,2% e 41,8%, respectivamente).

Segundo ele, até 1994, só 38,6% dos cursos de medicina no Brasil eram privados. No governo Fernando Henrique Cardoso (FHC), esse índice passou para 61,4%. No governo Lula, 76,9% dos cursos de medicina autorizados eram particulares.

O professor ainda informou que, no início da década de 90, havia menos de 50 mil estudantes de medicina no Brasil. Em 2010, esse número saltou para 113 mil - quase um terço dos médicos que existem no País. Conforme Milton, em 18 anos, haverá aproximadamente o dobro dos médicos que atuam hoje. "Independentemente da discussão do número de médicos que o Brasil precisa, é necessário ver a qualidade da formação. Queremos médicos que tenham uma visão da integralidade do cuidado ao paciente. Não acredito que o Brasil tenha um corpo docente suficiente para atender a todos esses alunos", afirmou.

Na opinião do docente, seriam necessários dois critérios mínimos para aprovar um novo curso de medicina. O primeiro deveria ser a existência de um hospital-escola da própria faculdade ou por meio de convênio com hospitais já existentes. O segundo ponto seria a exigência da residência médica antes da graduação.

O seminário continuou no Auditório Freitas Nobre.

Médicos condenam revalidação automática de diploma estrangeiro


Participantes de seminário realizado na Câmara criticaram a revalidação automática de diplomas de médicos que se formaram em outros países. No evento, além da formação dos médicos, foi debatida a proposta de emenda à Constituição que cria a carreira de Estado para os médicos (PEC 454/09). O seminário foi organizado pelas comissões de Seguridade Social e Família da Câmara e de Assuntos Sociais do Senado para discutir prioridades da Frente Parlamentar da Saúde para o setor.

Sobre a revalidação dos diplomas, os debatedores alertaram para o fato de que várias faculdades, principalmente da América Latina, não preparam adequadamente os médicos – o que provoca, inclusive, riscos para os pacientes. 

O professor Milton de Arruda Martins, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, defendeu o exame Revalida, adotado no Brasil desde 2011 para que os médicos que estudaram no exterior possam revalidar o diploma. Segundo ele, dos 714 médicos inscritos no Revalida de 2011, 417 eram brasileiros que fizeram medicina no exterior, principalmente na Bolívia, em Cuba e na Argentina. Dos 536 participantes, só 65 conseguiram aprovação o que, para ele, confirmou que a formação da maioria dos candidatos é inadequada. 

Opinião parecida tem o presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Florentino Cardoso. "Há muitas faculdades de medicina fora do Brasil de qualidade muito ruim e não podemos expor a população ao risco. No estado do Ceará tem vários casos de pessoas mal formadas fora do Brasil, que vieram para o Brasil, revalidaram os diplomas de maneira torta, não adequada. Eles têm um índice de complicação acima da média, bastante acima da média", afirmou Cardoso.

Propostas 
O deputado Eleuses Paiva (PSD-SP) é autor de um projeto que transforma em lei a portaria interministerial que criou o Revalida (PL 3845/12), com algumas modificações. Ele também apresentou a proposta de emenda à Constituição que cria a carreira de médico nos serviços públicos federal, estadual e municipal (PEC 454/09). 

Eleuses Paiva acredita que a PEC vai ajudar a resolver o problema da falta de médicos em determinadas localidades do Brasil e citou dados do Conselho Federal de Medicina, segundo o qual, ao contrário do que se pensa, não há escassez de médicos no País. A PEC que cria a carreira de Estado para os médicos já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça e aguarda a formação de uma comissão especial onde será analisada.

"Não falta médico. Falta uma política inadequada da fixação dos médicos nas cidades menores, nas cidades mais distantes, nas periferias das cidades. O próprio Ministério da Saúde reconhece a precariedade do vínculo entre o profissional de saúde e o gestor. Com essa PEC queremos acabar com essa precariedade, para que nós possamos ter profissionais à disposição da sociedade brasileira em qualquer setor do território nacional."

Comissão de Educação da ALMG discute revalidação de diplomas estrangeiros


Em Minas, cerca de 3 mil profissionais estão na expectativa.



Da Redação/Via Ascom  - A Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa de Minas Gerais recebeu um importante debate para alunos formados em instituições fora do Brasil, em encontro promovido na última terça-feira (29).

Sob a coordenação do deputado Bosco (PTdoB), que preside a comissão, autoridades, especialistas e interessados debateram as soluções para o impasse que atinge mais de 20 mil pessoas no Brasil: a revalidação dos diplomas de ensino superior expedidos em outros países.

Para o deputado, autor do requerimento para a audiência, é preciso dar uma solução para a situação dos estudantes diplomados no exterior, e defendeu que Minas Gerais caminhe no sentido de garantir a revalidação dos títulos dessas pessoas.

Ao final do evento, o parlamentar recebeu do representante da Associação Nacional de Pós-Graduados em Instituições Estrangeiras de Ensino Superior (Anpgiees), Vicente Celestino de França, um diploma comprobatório de entrega da Medalha de Mérito Educacional Educador Paulo Freire.

Também estiveram na audiência o desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais e coordenador acadêmico do Instituto Universitário Brasileiro, Elpídio Donizetti Nunes; o representante da Associação Brasileira de Pós-Graduados do Mercosul (ABPÓS-Mercosul), Carlos Estephanio; A diretora da Central de Provisão da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), Lumena Santos Chaves; além de outros parlamentares da Casa.

Café com o presidente da Fiemg



A manhã da quarta-feira (27) também foi intensa. O parlamentar araxaense participou de um evento na Assembleia com o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Olavo Machado. Os deputados presentes tomaram conhecimento de um documento produzido pela instituição denominado Agenda Legislativa da Indústria Mineira.

A agenda contém um resumo desses projetos, informações sobre sua tramitação e informa, ainda, qual a posição da Federação em relação ao conteúdo da proposição. Contém, ainda, ponderações e sugestões de aprimoramento dos projetos.

Durante a solenidade, o deputado Bosco elogiou a postura da Fiemg de acompanhar a tramitação de projetos de seu interesse na Assembleia. Ele lembrou que o Brasil hoje ocupa posição de destaque no cenário mundial, dizendo que "isso se deve, em muito, à indústria mineira".

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Curso com mais vagas no Sisu é Administração


O curso com maior número de vagas no Sisu, total de 1.019, é o de Administração. As inscrições estão disponíveis até sexta-feira, exclusivamente pela internet



O curso de Administração possui o maior número de vagas disponíveis no Sistema de Seleção Unificada 2º/2012 (Sisu), contabilizando 1.019 vagas no total. Ao todo, o Sisu oferece 30.548 vagas para o segundo semestre de 2012, distribuídas em 56 instituições públicas de ensino superior. Os interessados devem se inscrever até sexta-feira, 22, pelo site do Sisu .

Podem participar desta edição estudantes que tenham feito o Enem 2011. O resultado da primeira chamada da seleção será divulgado no dia 25 de junho. O período de matrícula para os convocados da primeira chamada será entre os dias 29 de junho e 2 de julho. A segunda chamada será divulgada no dia 6 de julho, com inscrições nos dias 10 e 11 do mesmo mês.

As inscrições para o Sisu começaram na segunda-feira e em no segundo dia já haviam registrado 331.166 candidatos inscritos, de acordo com informações do Ministério da Educação (MEC ). Foram registradas 621.902 mil inscrições, já que cada candidato tem direito a fazer duas opções de carreira. Além dos cursos mais tradicionais como economia, engenharia e pedagogia, há oportunidades de formação em áreas como teatro, terapia ocupacional, história da arte e gastronomia. Em medicina e direito, cursos mais disputados nos vestibulares tradicionais, há 429 e 748 vagas, respectivamente.

O Rio de Janeiro foi o Estado que registrou o maior número de inscrições até o momento (151.210). Em seguida estão Ceará (85.133), Minas Gerais (83.859), Maranhão (44.484) e Bahia (41.883). De acordo com o MEC, a classificação parcial está disponível desde ontem para a consulta dos candidatos, que podem alterar os cursos e instituições até o fechamento do sistema.

Sobre o Sisu:

O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) é o sistema informatizado, gerenciado pelo Ministério da Educação (MEC), no qual instituições públicas de ensino superior oferecem vagas para candidatos participantes do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem).

O processo seletivo do Sisu 2º/2012 selecionará candidatos para ingresso em cursos com vagas no 2º semestre do ano letivo de 2012.

Brasileira formada na Bolívia faz parte do Conselho Federal de Medicina em Brasília

Por NETCINA




É isso aí galera, brasileira formada aqui na Bolívia, ocupa um importante cargo co Conselho Federal de Medicina de Brasília, realmente é uma excelente notícia para todos. Em dias passados a Dra. Marcela Augusta Montandon Gonçalves que estudou na Universidade Cristiana de Bolívia (UCEBOL), formando-se nesta casa de estudos superiores no ano 2001, faz parte do Conselho Federal de Medicina CRM-DF, Brasília. Acompanhada de seu esposo, o Dr. Marcos Vinicius Rodrigues Gomes, também formado nesta Universidade em 2003.

Ela tem a especialidade em Ginecologia e Medicina Estética, proprietária de uma clínica privada “CLINNOVA” também trabalha na Secretaria de Saúde de Brasília, e nos hospitais Santa Marta e Santa Lucia. O Dr. Marcos Vinicius, seu esposo, tem a especialidade em Clínica Médica, trabalha como Médico de Saúde da Família, Goiás e na clínica, junto a sua esposa. Ambos se conheceram na Comunidade Científica de Medicina (COCEM) e atualmente são médicos exitosos em Brasília e Goiás. 

Nesta ocasião, os dois profissionais, aproveitaram a oportunidade de realizar uma palestra dirigida aos atuais alunos matriculados no curso de medicina desta entidade. 

Mediante esta boa notícia, Amigos BR gostaria de parabenizar estes dois profissionais da área, que por seus esforços pessoais estão atingindo um excelente patamar em sua carreira. 

Acreditamos também que o exemplo de sucesso deste casal, diplomado aqui na Bolívia seja um dos estandartes para se quebrar no Brasil o tabu ou preconceito existente quanto ao reconhecimento de diplomas obtidos por profissionais formados nos países integrantes do MERCOSUL, assim como sirva de exemplo a todos os estudantes brasileiros aqui. 

Fonte: Amigos BR 

Brasil interessado em engenheiros e arquitetos portugueses


O Brasil prepara-se para validar os diplomas dos portugueses em Arquitetura e Engenharia, para assim abrir as portas a imigração qualificada.

Engenheiros e arquitetos portugueses terão um novo mercado de trabalho do outro lado do Atlântico. Num ano, o Governo brasileiro pretende reconhecer os diplomas desses profissionais portugueses e abrir as suas portas a uma onda de imigrantes altamente qualificada.

“Isso é viável no curto prazo para os profissionais que vêm de universidades portuguesas que têm excelência em ensino. Acredito que o processo possa levar no máximo um ano, mas espero que até o final deste possamos dar resposta a isso. Vamos trabalhar fortemente para poder reconhecer esses diplomas”, antecipou ao Expresso o ministro da Educação, Aloízio Mercadante, ex-ministro da Ciência e Tecnologia, ex-senador e homem forte do Partido dos Trabalhadores de Lula e Dilma Rousseff.

Essa será a resposta que Mercadante dará ao ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, quando se reunirem na semana que vem no Rio de Janeiro durante a conferência Rio +20. Em maio, o ministro Paulo Portas pediu a Aloízio Mercadante o reconhecimento dos diplomas portugueses nas áreas de engenharia e arquitetura.

“Não sei quantos profissionais portugueses seriam beneficiados, mas Paulo Portas disse-me que é um número considerável”, disse o ministro.

“A decisão de validar os diplomas não depende do Ministério da Educação, mas das universidades públicas. Temos que dialogar com as universidades para ver qual é a dimensão da procura de profissionais portugueses e para verificar quais as universidades portuguesas que têm excelência em formação em Engenharia e em Arquitetura para serem certificadas”, explicou Mercadante. “Há institutos de engenharia em Portugal de alto nível internacional. Esses diplomas, por exemplo, terão com certeza mais facilidade em ser reconhecidos”, indica.

Segundo o ministro brasileiro, o Brasil tem todo o interesse em atrair tanto os brasileiros que foram embora no passado e que se formaram no exterior como os profissionais qualificados de outras origens.

“O Brasil viveu uma diáspora de cérebros no passado durante a crise. E hoje o Brasil é um pólo de atração forte. Há um grande interesse na situação atual”, avalia.

“O nosso maior desafio é aproveitar esse momento para desenvolver essas áreas de Ciência, Tecnologia e Inovação. Preparar o país para uma sociedade do conhecimento, dar um salto no sector exportador de futuro e produzir com qualidade”, projeta Mercadante.

No caso da Medicina, o Brasil possui o programa Revalida através das universidades federais (nacionais). Uma vez por ano é feito um exame que certifica os diplomas de medicina. Além disso, algumas universidades estaduais reconhecem o diploma independentemente do Revalida.

“O Brasil tem uma oferta de médicos baixa comparado com outros países da região. Tem 1,9 médicos para cada 1000 habitantes enquanto o Uruguai, por exemplo, tem 3,7 e a Argentina 3. Há uma procura forte de médicos que querem trabalhar no Brasil”, aponta.

No programa brasileiro Ciência Sem Fronteira, dois dos cinco tipos de bolsas são para atrair jovens e talentosos doutores para o Brasil. Outro exemplo são os investigadores seniores. Durante três anos, profissionais do mais alto nível passam três anos no Brasil em universidades ou em centros de pesquisa.

Para Portugal, Mercadante indica o programa Ciência Sem Fronteiras como o melhor instrumento de integração profissional. O Brasil quer fortalecer o programa com Portugal.

“Houve uma procura incrível de alunos para ir a Portugal. Foi surpreendente. Vamos mandar um volume grande alunos para lá”, adianta. “A minha proposta com Portugal é fortalecer o Ciência Sem Fronteira para os professores e investigadores que quiserem ir para o Brasil. Ficar um período no Brasil, podendo depois voltar a Portugal. E não ter uma relação oportunista como outros países têm de num momento de crise como nós já vivemos ir lá atrair os talentos”, conclui Aloízio Mercadante.

terça-feira, 19 de junho de 2012

No 1º dia, SiSU tem 220 mil inscrições para vagas em federais




No primeiro dia de inscrições do Sisu (Sistema de Seleção Unificada), 220 mil estudantes se candidataram para disputar uma das 30 mil vagas disponíveis para o segundo semestre de 2012.

A ferramenta, criada pelo Ministério da Educação em 2009, unifica a oferta de vagas em universidades públicas. Podem participar desta edição estudantes que fizeram o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) em 2011.

Até as 18h, o portal do Sisu na internet registrou mais de 425,6 mil inscrições, já que os candidatos podem se inscrever em dois cursos.

Neste primeiro dia, as instituições do Rio de Janeiro foram as mais procuradas pelos estudantes, com 404.337 inscrições. Em seguida estão Ceará (60.901), Minas Gerais (58.084) e Maranhão (31.066).

Os interessados podem se inscrever até sexta-feira (22), exclusivamente pela internet. Mas, para ter acesso ao Sisu, o candidato deve informar o número de inscrição e a senha do Enem de 2011.

A lista dos aprovados será divulgada no dia 25 e os alunos selecionados deverão fazer a matrícula entre os dias 29 de junho e 2 de julho.

A segunda chamada está prevista para 6 de julho. Quem não for convocado em nenhuma das duas chamadas poderá participar de uma lista de espera, que será usada pelas universidades para selecionar os alunos em caso de sobra de vagas.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

UPE divulga resultado da 1ª fase do Provalida 2012

Seleção é feita para validar diplomas de médicos graduados no exterior




A Universidade de Pernambuco (UPE) divulgou nesta segunda-feira (11) o resultado preliminar da 1ª fase do Provalida 2012. Foram divulgados os nomes dos selecionados após a análise documental do processo de revalidação de diploma de médico graduado no exterior.

Os interessados em entrar com recurso só terão esta terça-feira (12) para reivindicar. Os atendimentos serão feitos das 8h às 13h, na Comissão de Concursos Acadêmicos da UPE, na Avenida Agamenon Magalhães, em Santo Amaro. O resultado final da análise será divulgado até o dia 25.

Alfredo Nascimento defende validação de diplomas de medicina expedidos no exterior




O senador Alfredo Nascimento (PR-AM) defendeu, nesta quarta-feira (13), o reconhecimento dos diplomas de medicina expedidos em instituições estrangeiras. Ele explicou que a exigência é regulamentada pelo governo federal por meio do programa Revalida e conta com um amplo apoio do Conselho Federal de Medicina e de toda a área médica.

Alfredo Nascimento disse que, nos últimos anos, o Brasil tem sido um dos destinos preferenciais de médicos graduados no exterior. Para ele, o reconhecimento desses diplomas, e sua decorrente autorização para o registro profissional, ampliaria a oferta dos profissionais nas comunidades mais carentes de saúde.

- É importante frisar que, a despeito das críticas, a validação do diploma de medicina é necessária para garantir a segurança do próprio paciente – ressaltou.

Alfredo Nascimento disse que pretende somar esforços junto ao governo federal e aos representantes da área médica para construir uma solução que contemple a expectativa de ampliar os médicos no Brasil, sem ferir o direito ao exercício da profissão nem os princípios do amplo acesso e da segurança no atendimento médico.

Ele pediu apoio para garantir a tramitação do projeto de lei, de sua autoria, que detalha as exigências curriculares que devem ser demonstradas pelos candidatos ao reconhecimento do diploma obtido no exterior e também vincula a revalidação à aprovação em exame nacional.

- Minha expectativa é introduzir na lei de diretrizes e bases da educação, a LDB, os requisitos a serem cumpridos para a revalidação dos diplomas de graduação em medicina, de maneira a uniformizar os procedimentos adotados – afirmou.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Meu aniversário



Pois é, como o título sugere, hoje 12 de junho de 2012 completo 19 anos. Não tenho muito o que comemorar, mas me sinto invadido por uma grande felicidade, pois sei que o melhor ainda está por vir... Adaptei um texto que encontrei, e decidi postar aqui no blog...

"Neste aniversário, me pego, desejando-me felicidades. Estranho alguém desejar o melhor para si, mas é o que no momento me ocorre. Desejo que minhas vontades sejam todas satisfeitas! Afinal, a data é importante porque Eu nasci.

Dos familiares quero amor incondicional, dos amores a compreensão costumeira, dos grandes amigos, total dedicação; dos amigos distantes as ótimas recordações. Que todos me visitem ou mesmo telefonem. Mas que não se esqueçam desta data.

Que meu interior alcance a perfeição; Minha fé nunca se abale, minha esperança nunca esmoreça. Que o espírito de menino jamais se vá, e que nunca me falte inspiração. E sobretudo que Deus continue ao meu lado, não só neste meu aniversário, mas em todos os outros que ainda me restam.

Feliz Aniversário para mim, afinal devo ser merecedor de grandes realizações."

Enfim, aos apaixonados, feliz dia dos namorados também! Até mais!

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Comissão da Amazônia avalia situação de estudantes brasileiros na Venezuela




Integrantes da Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional estão na Venezuela para averiguar a situação de estudantes brasileiros de Medicina. A viagem, que vai durar até sexta-feira (8), foi proposta pelo deputado Raul Lima (PSD-RR). 

Segundo ele, alguns brasileiros têm enfrentado problemas com exigências do governo venezuelano, como tradução de documentos para a língua espanhola e visto de estudante. 

O deputado argumenta que os estudantes venezuelanos não enfrentam os mesmos problemas em universidades brasileiras. Ele lembrou que o governo vem concedendo uma média mensal de 150 vistos para estudantes daquele país.

Ele afirma que a Venezuela deve oferecer o mesmo tratamento dado aos estudantes venezuelanos no Brasil. “É necessária uma contrapartida para garantir o bom êxito das ações de intercâmbio cultural e tecnológico entre nações parceiras”, afirmou.

Comissão aprova reserva de 50% das vagas em universidades federais para alunos da rede pública

Agora, projeto de lei segue para outras duas comissões




Após quatro anos de debates, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei que reserva no mínimo 50% das vagas das universidades e escolas técnicas federais para alunos oriundos do ensino médio em escola pública. O texto aprovado inclui ainda critérios complementares de renda e racial.

Com a aprovação da CCJ, o PLC 180/08 segue agora para análise da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) e, se aprovado, será votado na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). O projeto foi apresentado pela deputada Nice Lobão em 24 de fevereiro de 1999 e desde 2008 tramita no Senado, onde obteve parecer favorável da relatora, senadora Ana Rita (PT-ES). 

De acordo com a proposição, metade da cota de 50% deverá ser preenchida por estudantes cujas famílias tenham renda per capita igual ou inferior a 1,5 salário mínimo. O restante será preenchido com base no critério racial. Cada estudante deverá se autodeclarar negor, pardo ou indígena. 

Recentemente, o Supremo Tribunal Federal aprovou por unanimidade o sistema de cotas raciais nas universidades brasileiras. Na semana passada, o secretário-executivo da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Mário Lisboa Theodoro, disse que o governo federal prepara um programa nacional de ação afirmativa com cotas para negros e que as medidas devem ser anunciadas ainda neste ano. De acordo com Theodoro, as cotas não estarão mais restritas às universidades e incluírão ações no mercado de trabalho.

CFM critica decisão do MEC de criar vagas em medicina


'Brasil não precisa de mais médicos, precisa de políticas públicas', diz Conselho Federal de Medicina



O Conselho Federal de Medicina (CFM) criticou a decisão do governo federal de criar 2.415 novas vagas em cursos de medicina pelo país até o fim de 2013. Por meio de nota, o CFM afirma que as escolas de medicina existentes oferecem baixa qualidade e deficiência na formação médicos e que a multiplicação das vagas não tem solucionado o problema da falta de profissionais. 

Das 141 instituições que oferecem cursos de medicina avaliadas pelo Conceito Preliminar de Cursos (CPC), 23 obtiveram notas ruins: entre 1 e 2. Nenhuma universidade obteve a nota máxima 5. "Ambos os casos decorrem da abertura indiscriminada de novas vagas e novos cursos de medicina em território nacional", diz a nota do CFM.

Segundo o órgão, entre 2000 e 2012, o número de escolas médicas passaram de cem para 185, e muitas não oferecem condições de funcionamento. "A abertura de novas escolas ou o aumento no número de vagas nas existentes é uma atitude desprovida de conteúdo prático e de bom senso", diz a nota.

Durante coletiva de imprensa, na tarde de terça-feira, o ministro da educação, Aloizio Mercadante, alegou que a relação de 1,8 médico por 1.000 habitantes no Brasil é insuficiente para o atendimento das necessidades do país. O CFM afirma, no entanto, que há atualmente 371.000 médicos em atividade no Brasil, ou 1,95 médico a cada 1.000 habitantes. O número supera a média mundial: 1,4 por 1000 habitantes.

Há, contudo, discrepâncias entre as regiões do país. No Distrito Federal, são 4,02 médicos por 1.000 habitantes. Já no Norte e no Nordeste, o índice se aproxima ao registrado em nações subdesenvolvidas. O CFM é enfático ao afirmar que "o Brasil não precisa de mais médicos", mas de "bons médicos e de políticas públicas que estimulem sua melhor distribuição pelo território nacional". 

Mais jovem médico da Universidade de Chicago se forma aos 21




Um rapaz de 21 anos - que entrou na universidade aos 9 e começou a faculdade de medicina três anos depois - está prestes a se tornar o estudante mais jovem a se tornar médico na Universidade de Chicago.

Sho Yano, que aprendeu a ler aos 2 anos, a escrever aos 3 e a compor músicas aos 5, vai se formar nesta semana na Pritzker School of Medicine, escola de medicina da universidade, onde já recebeu um Ph.D em genética molecular e biologia celular. Aos 12 anos, Yano recebeu sua graduação da Universidade Loyola, que terminou com honras em três anos, conforme divulgado pelo Chicago Tribune.

Os estudantes que entram na faculdade de medicina nos Estados Unidos tem em média 23 anos e, por isso, algumas escolas chegaram a recusar a entrada de Yano. As escolas se preocupavam que o rigor de um curso de medicina pudesse impedir que Yano tivesse uma adolescência normal. "Eu nunca entendi o porquê. Por que ter a possibilidade de se desafiar é considerado mais danoso do que ficar totalmente entediado?", questiona o jovem.

A Universidade de Chicago admitiu Yano em 2003. "Eu me lembro de entrevistar aquele simpático e educado garoto de 11 anos, vestido num terninho", conta Joel Scwab, professor de pediatria e membro do comitê de admissão na época. "Ele nunca estaria entre os típicos garotos de 11 anos. Ele ia se tornar um doutor", afirma Scwab.

A faculdade abriu algumas exceções em razão da idade de Yano. Diferentemente da maioria dos estudantes, que começam o treinamento de Ph.D após o segundo ano do curso de medicina, Yano começou o seu logo após o primeiro ano.

O jovem - que é um ótimo pianista e faixa preta em taekwondo - disse ao Chicago Tribune que espera que a sua graduação silencie aqueles que questionaram sua aptidão quando ele entrou na faculdade. Atualmente, ele está preparando sua residência em neurologia pediátrica.

A genialidade, aparentemente, corre na família. A irmã de Yano, Sayuri, também é um prodígio - e sua maior confidente. Após receber o grau de bacharel em biologia da Universidade Roosevelt, em 2010, a menina de 15 anos está na Universidade Johns Hopkins, em Baltimore, em busca de um segundo bacharelado em execução no violino.

Yano foi um universitário por 12 anos, mas só agora começou a se parecer com os demais estudantes. As piadas que o acompanhavam por ser um universitário pré-adolescente passaram, e o jovem está ansioso. Ele se forma no próximo sábado.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Ministério amplia número de vagas em medicina em instituições de todo o país

As universidades públicas federais e instituições particulares de educação superior vão oferecer mais 2.415 vagas em cursos de medicina a partir do segundo semestre deste ano. A expansão autorizada pelo Ministério da Educação contempla todas as regiões do país. Nas instituições superiores do Norte e Nordeste serão abertas 1.365 vagas.

Em universidades públicas federais, a expansão da oferta do ensino de medicina prevê a abertura de 1.615 vagas, sendo 1.040 em 18 novos cursos em 12 estados. Recentemente criadas, as universidades federais do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), do Sul da Bahia (UFSBA) e do Oeste da Bahia (Ufoba) vão ofertar 220 vagas. Os cursos já existentes nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste terão 355 vagas. Outras 800 vagas serão abertas em nove instituições particulares.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou em entrevista coletiva concedida na tarde desta terça-feira, 5, que a qualidade na expansão do número de vagas será acompanhada pelo governo federal. “Nosso esforço é ampliar com qualidade a quantidade de vagas em cursos de medicina. Não estamos com pressa, queremos fazer bem feito”, disse.

Até o final de 2013 todas as vagas já devem estar implantadas. Ele também ressaltou que a abertura de novas vagas seguiu critérios específicos, como a disponibilidade de uma rede hospitalar que possa acompanhar a formação do médico, além do chamado índice de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), que deve ser de cinco para cada profissional em formação.

Sobre a concentração das novas vagas nas regiões Norte e Nordeste, o ministro destacou que este é um esforço que precisa ser complementado com ações que mantenham os médicos em suas localidades de formação. “Há uma dispersão muito grande quando analisamos médicos e vagas. Não basta apenas uma política de desconcentração, mas para fixação”, explicou.

Para apoiar a expansão das vagas serão contratados 1.618 professores e 868 técnicos administrativos. Com 1,8 médicos para cada mil habitantes, o Brasil tem, proporcionalmente, pequeno número de profissionais nessa área, quando comparado a outros países da América Latina. A média de vizinhos como Argentina e Uruguai chega a 3,1 e a 3,7 médicos por mil habitantes, respectivamente. Alguns países europeus contam, proporcionalmente, com o dobro de médicos. É o caso da França (3,5), Alemanha (3,6), Portugal (3,9) e Espanha (4,0). “Temos uma oferta de médicos insuficiente para atender a sociedade brasileira”, ressaltou Mercadante, ao citar dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Assessoria de Comunicação Social

Veja a apresentação do ministro Aloizio Mercadante

Veja a relação das instituições privadas que oferecerão novas vagas

domingo, 3 de junho de 2012

Brasileiros estudantes de medicina integravam quadrilha de assaltantes na Bolívia




Cinco estudantes de Medicina, dentre eles três brasileiros e dois bolivianos, foram presos na cidade de Santa Cruz de La Sierra, capital do estado boliviano de Santa Cruz, que faz fronteira com o Brasil. Eles foram apresentados no dia último dia 29 de maio, na sede do Comando de Polícia Departamental.

Os brasileiros José Marco de Carvalho, Diego Roberto Silva e Rafael da Camara; junto com os bolivianos Alán Gómez e Wilson Vaca, formavam o quinteto acusado de praticar roubos à mão armada e foram detidos pela Força Especial de Luta contra o Crime (FELCC), instituição semelhante à Polícia Civil Brasileira.

A prisão do grupo só foi possível porque um dos integrantes, o brasileiro José Marco, foi abandonado pelos comparsas durante uma fuga realizada com o auxílio de um carro. O grupo praticava o assalto à empresa construtora Graphos, na manhã de segunda-feira, 28 de maio, no bairro Hamacas.

De acordo com a comandante da Polícia Departamental, coronel Lily Cortez, foram apreendidos com os assaltantes uma pistola 9 milímetros, um capuz e a quantia de 26.600 bolivianos, que eles roubaram do caixa forte da construtora, computadores, celulares, carteiras e credenciais universitárias. 

Ainda, segundo a autoridade policial, os assaltantes tiveram acesso à informações trazidas pelo sobrinho do proprietário da construtora sobre o volume de dinheiro guardado na sede da empresa. Com isso, os “futuros médicos” decidiram assaltar a empresa, confinando todos os funcionários em um cômodo.

Conforme informações do jornal boliviano El Día, os bolivianos Alán Gómez e Wilson Vaca foram reconhecidos como sendo os autores de um roubo cometido contra a joalheria Nova New Center, localizada na área comercial da cidade, na rua 7 Calles, no último dia 19 de maio, quando levaram um relógio de ouro e a quantia de 25 mil dólares.

A comandante policial não descarta a participação do grupo em assaltos cometidos em dois restaurantes da capital cruceña.

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