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domingo, 21 de outubro de 2012

VÍDEO: Globo Universidade: Estudar na Bolívia

Globo Universidade viaja até a Bolívia para conhecer brasileiros que estudam no país


Se considerar a qualidade do vídeo ruim, você pode acompanhar pelo site do programa, onde há uma seção especial sobre a Bolívia.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

UPE convoca candidatos para a 3ª fase do Provalida


Processo de Revalidação de Diploma de Médico Graduado no Exterior
(Provalida UPE 2012)

CONVOCAÇÃO PARA FASE III

PROVA TEÓRICA DISCURSIVA

Os candidatos abaixo relacionados, conforme calendário do edital, realizarão as provas da Fase III no dia 29 de julho de 2012.

Horário: 08:00 h, devendo o candidato chegar ao prédio com 01 (uma) hora de antecedência.

Local de realização das provas: PRÉDIO CENTRAL DA REITORIA, Avenida Agamenon Magalhães, s/n, Santo Amaro, Recife - PE







Disponível: UPE

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Brasil interessado em engenheiros e arquitetos portugueses


O Brasil prepara-se para validar os diplomas dos portugueses em Arquitetura e Engenharia, para assim abrir as portas a imigração qualificada.

Engenheiros e arquitetos portugueses terão um novo mercado de trabalho do outro lado do Atlântico. Num ano, o Governo brasileiro pretende reconhecer os diplomas desses profissionais portugueses e abrir as suas portas a uma onda de imigrantes altamente qualificada.

“Isso é viável no curto prazo para os profissionais que vêm de universidades portuguesas que têm excelência em ensino. Acredito que o processo possa levar no máximo um ano, mas espero que até o final deste possamos dar resposta a isso. Vamos trabalhar fortemente para poder reconhecer esses diplomas”, antecipou ao Expresso o ministro da Educação, Aloízio Mercadante, ex-ministro da Ciência e Tecnologia, ex-senador e homem forte do Partido dos Trabalhadores de Lula e Dilma Rousseff.

Essa será a resposta que Mercadante dará ao ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, quando se reunirem na semana que vem no Rio de Janeiro durante a conferência Rio +20. Em maio, o ministro Paulo Portas pediu a Aloízio Mercadante o reconhecimento dos diplomas portugueses nas áreas de engenharia e arquitetura.

“Não sei quantos profissionais portugueses seriam beneficiados, mas Paulo Portas disse-me que é um número considerável”, disse o ministro.

“A decisão de validar os diplomas não depende do Ministério da Educação, mas das universidades públicas. Temos que dialogar com as universidades para ver qual é a dimensão da procura de profissionais portugueses e para verificar quais as universidades portuguesas que têm excelência em formação em Engenharia e em Arquitetura para serem certificadas”, explicou Mercadante. “Há institutos de engenharia em Portugal de alto nível internacional. Esses diplomas, por exemplo, terão com certeza mais facilidade em ser reconhecidos”, indica.

Segundo o ministro brasileiro, o Brasil tem todo o interesse em atrair tanto os brasileiros que foram embora no passado e que se formaram no exterior como os profissionais qualificados de outras origens.

“O Brasil viveu uma diáspora de cérebros no passado durante a crise. E hoje o Brasil é um pólo de atração forte. Há um grande interesse na situação atual”, avalia.

“O nosso maior desafio é aproveitar esse momento para desenvolver essas áreas de Ciência, Tecnologia e Inovação. Preparar o país para uma sociedade do conhecimento, dar um salto no sector exportador de futuro e produzir com qualidade”, projeta Mercadante.

No caso da Medicina, o Brasil possui o programa Revalida através das universidades federais (nacionais). Uma vez por ano é feito um exame que certifica os diplomas de medicina. Além disso, algumas universidades estaduais reconhecem o diploma independentemente do Revalida.

“O Brasil tem uma oferta de médicos baixa comparado com outros países da região. Tem 1,9 médicos para cada 1000 habitantes enquanto o Uruguai, por exemplo, tem 3,7 e a Argentina 3. Há uma procura forte de médicos que querem trabalhar no Brasil”, aponta.

No programa brasileiro Ciência Sem Fronteira, dois dos cinco tipos de bolsas são para atrair jovens e talentosos doutores para o Brasil. Outro exemplo são os investigadores seniores. Durante três anos, profissionais do mais alto nível passam três anos no Brasil em universidades ou em centros de pesquisa.

Para Portugal, Mercadante indica o programa Ciência Sem Fronteiras como o melhor instrumento de integração profissional. O Brasil quer fortalecer o programa com Portugal.

“Houve uma procura incrível de alunos para ir a Portugal. Foi surpreendente. Vamos mandar um volume grande alunos para lá”, adianta. “A minha proposta com Portugal é fortalecer o Ciência Sem Fronteira para os professores e investigadores que quiserem ir para o Brasil. Ficar um período no Brasil, podendo depois voltar a Portugal. E não ter uma relação oportunista como outros países têm de num momento de crise como nós já vivemos ir lá atrair os talentos”, conclui Aloízio Mercadante.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

UPE divulga resultado da 1ª fase do Provalida 2012

Seleção é feita para validar diplomas de médicos graduados no exterior




A Universidade de Pernambuco (UPE) divulgou nesta segunda-feira (11) o resultado preliminar da 1ª fase do Provalida 2012. Foram divulgados os nomes dos selecionados após a análise documental do processo de revalidação de diploma de médico graduado no exterior.

Os interessados em entrar com recurso só terão esta terça-feira (12) para reivindicar. Os atendimentos serão feitos das 8h às 13h, na Comissão de Concursos Acadêmicos da UPE, na Avenida Agamenon Magalhães, em Santo Amaro. O resultado final da análise será divulgado até o dia 25.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

VÍDEO: Opiniões sobre a Revalidação e o Provalida-UPE


VITÓRIA: Justiça mantém Provalida e UPE prorroga inscrições até dia 29



A juíza da 12a. Vara Federal da Secção de Pernambuco, Dra. Joana Carolina, julgou improcedente o pedido de liminar que suspendia o edital No. 01/2012, referente ao Programa de Revalidação de Diplomas de Médicos Graduados no Exterior (PROVALIDA UPE). O pedido foi feito pelo Conselho Regional de Medicina (Cremepe), Sindicato dos Médicos (Simepe) e Associação dos Médicos de Pernambuco. Por conta do julgamento, a Universidade de Pernambuco havia prorrogado as inscrições até a próxima sexta-feira (18).

Em seu despacho, a juíza Joana Carolina afirma que o Governo do Estado, a Universidade de Pernambuco e a Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) demonstraram suficientemente a carência de médicos atuando nas unidades do Programa de Saúde na Família no interior do Estado; assim como também as tentativas da administração pública em estimular a opção dos médicos pelo exercício da medicina da famíia preventiva e social, sem no entanto atrair um número suficiente de interessados. Nesse sentido, afirma a juíza em sua argumentação, ficou demonstrada a carência de profissionais para atender à população carente no interior do Estado de Pernambuco.

A juíza Joana Carolina ainda afirmou que o PROVALIDA UPE não viola o livre exercício da profissão nem a exiegência constitucional do concurso público – uma vez que estes foram realizados sem, entretanto, atrair número suficiente de intressados. Por fim, a juíza também argumenta que o PROVALIDA UPE não contraria o princípio da isonomia, pois os médicos que estudarem no País e que se dispuserem a trabalhar no interior do Estado também poderão ser contratados.

Sobre o processo de avaliação e revalidação dos diplomas expeditos no Exterior, a juíza Joana Carolina ainda afirmou que a Universidade de Pernambuco se esforçou para demonstrar a lisura do procedimento impessoal, que consiste em quatro fases e que poderão, inclusive, ser acompanhadas pelo Conselho Regional de Medicina (Cremepe), Sindicato dos Médicos (SImepe) e Associação dos Médicos de Pernambuco.

Por fim, em seu despacho, a juíza Joana Carolina afirma que entende que não há irregularidades que justifiquem a concessão de liminar que suspenda o processo de seleção de médicos graduados fora do País.

*UPE

domingo, 6 de maio de 2012

PROVALIDA-UPE: Entidades médicas questionam programa


Estudar Medicina é o sonho de muita gente. O curso é um dos mais concorridos nas universidades federais e estaduais brasileiras. Algumas pessoas veem como uma boa alternativa para realizarem seu sonho, estudar fora do Brasil. Na semana passada, a Secretaria Estadual de Saúde em parceria com a Secretaria de Ciência e Tecnologia, através da UPE, anunciou uma medida que vai incentivar o retorno desses profissionais depois de formados ou a entrada de estrangeiros no mercado de trabalho médico do Estado, para trabalharem no Programa de Saúde da Família (PSF). O Provalida teve suas inscrições iniciadas, mas causou grande discordância por parte de entidades ligadas à profissão, como o Sindicato de Médicos de Pernambuco (Simepe), o Conselho Regional de Medicina (Cremepe) e a Associação Municipalista de Pernambuco (AMPE).

Vários são os argumentos dos órgãos contrários ao Provalida, os quais entraram com uma Ação Civil Pública na Justiça Federal em Pernambuco, questionando o edital do programa. De acordo com o presidente do Simepe, Mário Jorge Lôbo, já existe no Brasil um criterioso sistema de validação chamado Revalida. “O Provalida parece, para mim, uma troca de favores. É uma medida paliativa, que ao invés de trazer uma melhoria nas condições de trabalho das cidades do Interior, traz apenas novos profissionais. O que provavelmente acontecerá é que as pessoas irão trabalhar os dois anos exigidos e depois irão sair, surgindo novamente a necessidade de contratação e a falta de profissionais. É bastante assustador ver que o Estado está proporcionando isso”, relata.

O presidente do Simepe ainda afirma que a medida é discriminatória com os médicos formados em Pernambuco. “É como se tivessem vagas reservadas para os que estudam fora, o que é injusto. Além disso, a medida é antidemocrática, pois a população não foi consultada em relação a isso”, declarou. As divergências entre as universidades brasileiras e as internacionais também foram mencionadas pelo presidente. “Na Bolívia, por exemplo, a carga horária não chega nem à metade do tempo daqui. Algumas, privadas, basta o estudante pagar que entra. Entendemos que eles também formam profissionais competentes, não estamos afirmamos o contrário, mas não temos controle sobre essa formação”, acrescenta Mário Jorge Lôbo.

Segundo o secretário de Ciência e Tecnologia de Pernambuco, Marcelino Granja, no Brasil, as universidades têm liberdade de criarem os seus próprios processos de validação de diploma estrangeiro. Além disso, o secretário alertou que o Provalida atenderá às mesmas exigências do sistema nacional (o Revalida). “O Provalida não é uma iniciativa da UPE, mas sim, do Governo do Estado. Com ele, estamos apenas buscando uma melhor distribuição dos profissionais de Medicina no Estado. Temos falta de médicos e isso é um fato. Não é porque não são realizados concursos públicos, como o Simepe está dizendo, mas sim, porque os médicos não querem trabalhar nos PSFs. Os médicos não são direcionados para isso nas universidades”, informou.

Ainda conforme o gestor, o Provalida apenas se alia aos outros programas de incentivo para levar os médicos para o Interior. “A principal diferença entre o Provalida e o Revalida é que o primeiro vai direcionar essas pessoas que cursaram fora do País para os PSFs, mas em relação ao processo não haverá diferenças”, acrescentou o secretário. Marcelino Granja ainda reforçou que os médicos dos PSFs são, em sua grande maioria, clínicos gerais, mas os de qualquer área são bem-vindos. “30% dos PSFs em Pernambuco estão sem médicos e são nos lugares mais pobres. Esse programa, no mínimo, servirá para aumentar a quantidade de médicos, mas ainda depende dos municípios aceitarem esses profissionais”, finaliza o secretário.

Médico formado no exterior aceito em Pernambuco



Ivonei Sachinello, atualmente tem 34 anos, mas desde a adolescência sonhava em se tornar médico. Em 1997, aos 19 anos, a oportunidade surgiu. Depois de tentar por duas vezes uma vaga nas universidades Estadual do Paraná (UEPR), Federal de Mato Grosso (UFMT) e de Santa Catarina (UFSC) sem obter êxito, o jovem participou de uma pré-seleção em Rondônia, estado onde morava, à época para a Universidad de La Habana, em Cuba. Após ser aprovado e concluir o curso, em 2003, Ivonei passou por outro desafio, este, em terras brasileiras: validar o diploma cubano em seu País de origem.

“Sempre quis cursar Medicina fora do Brasil, mas não tinha pretensão de permanecer por lá. Assim que concluí, voltei. Quando retornei, tive que fazer a prova de validação do diploma. Era um teste bastante difícil. Passei de primeira, mas vários amigos meus não conseguiram. Recordo que ela era composta por uma redação, uma prova de conhecimentos gerais e outra de específicos. Eram perguntas de alto nível, para especialistas mesmo. Fiz em Maceió. A média da Universidade de Medicina de lá (Cuba), na época, era cinco e meio. Já a da validação era sete”, relembrou o atual cardiologista.

No momento, Ivonei trabalha em hospitais públicos e em uma clínica privada em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. O médico ainda conta que, quando voltou de Cuba, sofreu preconceito por ter estudado fora do Brasil. “O preconceito sempre existe. No começo era mais complicado. Temos que provar nossa competência para que as pessoas acreditem que realmente podemos realizar os trabalhos. Hoje, vejo que o curso que fiz foi muito bom, pois tanto a parte teórica quanto a prática (em Cuba, a etapa prática é iniciada mais cedo do que no Brasil) são boas e temos muito contato com os pacientes. Achei muito válido”, acrescentou.

Se ainda não tivesse apto legalmente a trabalhar no Brasil, Ivonei poderia se candidatar ao Processo de Revalidação de Diploma de Médico Graduado no Exterior (Provalida) da Universidade de Pernambuco. O programa, cujas inscrições começaram na última segunda-feira, aprovará médicos para trabalhar em unidades do Programa Saúde da Família (PSF) e em outras unidades municipais de Saúde espalhadas em todo o Estado de Pernambuco. O resultado do processo seletivo será divulgado no dia 28 de setembro deste ano.

Assim como aconteceu com Ivonei, o estudante Fernando Santana, de 20 anos, desde mais jovem sonhava em estudar Medicina em uma grande universidade da América Latina. Ainda na adolescência, investiu nos estudos da língua espanhola, pois sabia que esse era um importante passo para realizar o seu desejo e pesquisou sobre as melhores opções para o estudo de seu curso fora do País. Há dez meses, o jovem garantiu uma vaga na Universidad de Buenos Aires (UBA, ou Universidade de Buenos Aires), na Argentina, após ter tentando uma vaga na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e na Universidade de Pernambuco (UPE).

Fernando, diferentemente de Ivonei, ainda não sabe se irá permanecer na Argentina ou se retornará ao Brasil. “São sete anos de curso, sendo um no ciclo básico, onde estou, e outros seis distribuídos nos ciclos bioquímico, clínico, internato e rotatório. Então, ainda tenho muito tempo para pensar. A única coisa de que tenho certeza agora é que quero fazer minha residência por aqui (na Argentina). O que também sei, por ter pesquisado bastante an­tes de escolher a faculdade, é que os pro­gramas da UBA e das instituições brasileiras são parecidos”, informou o estudante, em entrevista por e-mail.

Fernando também afirma que foi muito bem recebido pelos argentinos e esse é um dos motivos para querer continuar naquele país. “Escolhi a Argentina por diversas razões, como a qualidade da universidade, o câmbio favorável e não precisar de muitos documentos para estar legalizado”, relatou. Em relação ao Provalida, o estudante diz estar dividido. “Ao mesmo tempo que existem faculdades sérias e de níveis até superiores a algumas do Brasil, outras não são assim. Em Pernambuco, por exemplo, temos um deficit de médicos, e em algumas regiões, de certos tipos de especialistas. Acho que isso ajudaria a preencher essas vagas, mas a prova deve ser criteriosa para que só os bons profissionais sejam escolhidos”, finalizou Fernando.

Entidades médicas "mentem" para o povo brasileiro. Elas são contra os médicos formados no exterior


Todas as entidades médicas brasileiras que são contra a Revalidação de Diploma de Medicina do Exterior "mentem" para a população brasileira. Elas passam informações tendenciosas e, com isso, acabam criando uma notícia que não é verdadeira, geram um preconceito contra os profissionais formados no exterior, sendo a maioria destes, brasileiros. É vergonhoso e extremamente anti-ético que tenhamos no Brasil entidades que são responsáveis por uma área tão importante em nossas vidas com atitudes preconceituosas e que usam de artimanhas para tentar ludibriar a população brasileira. A INFORMAÇÃO QUE ELAS PASSAM É ESTA: "No ano de 2011, o resultado da prova do Revalida foi: dos 677 inscritos, só 65 foram aprovados. Os outros 612 não apresentaram as condições mínimas para exercer a medicina no Brasil. Em 2010, o resultado foi ainda pior: dos 507 inscritos, apenas dois passaram." VEJA COMO ELAS OCULTAM A VERDADE E MENTEM. 

PRESTE ATENÇÃO NA PARTE DO TEXTO EM CAIXA ALTA: 

"No ano de 2011, o resultado da prova do Revalida foi: dos 677 INSCRITOS, só 65 foram aprovados. Os outros 612 não apresentaram as condições mínimas para exercer a medicina no Brasil. Em 2010, o resultado foi ainda pior: dos 507 INSCRITOS, apenas dois passaram." 

As entidades médicas nunca informaram quantos participaram da prova do Revalida, apenas falam do total de INSCRITOS. Mas o que isso muda? 

No Brasil, não existe só a prova do Revalida, existem várias faculdades de medicina que fazem o processos de Revalidação de Diplomas, entre estas, a UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso). As provas realizadas na UMFT acontecem antes da Prova Nacional do Revalida. Os candidatos podem se INSCREVER para participar das duas provas. O caro leitor já deve ter percebido onde quero chegar. Os aprovados na prova da UFMT, que também se INSCREVERAM no Revalida, não comparecem para fazer a prova do Revalida, pois JÁ FORAM APROVADOS. Sendo assim, a informação repassada de que em 2011, dos 677 INSCRITOS, apenas 65 foram aprovados, É FALSA! 

NA UFMT EM 2011, 294 FORAM APROVADOS. Link para conferir o resultado divulgado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO >>> AQUI 

Além dos 294 aprovados na UFMT, tivemos nas aprovados em outras universidades de outros estados brasileiros, mas apenas o resultado da UFMT já serve para mostrar o quanto as entidades médicas brasileiras precisam evoluir e PARAR DE QUERER ENGANAR A POPULAÇÃO BRASILEIRA COM INFORMAÇÕES FALSAS E TENDENCIOSAS. Não é mentido que elas irão conseguir melhor a saúde do país.

*Por Luiz Fernando Lopes; Netcina

terça-feira, 1 de maio de 2012

Revista VEJA: Governo quer desfigurar o Revalida. Melhor seria ampliá-lo


Governo tem plano para flexibilizar exame que avalia médicos formados fora do Brasil. Saiba por que isso é uma ameaça à saúde pública



As principais entidades ligadas à área da medicina no Brasil assinaram, em abril, uma carta favorável à manutenção do Revalida, prova aplicada pelo governo para autorizar os médicos formados no exterior a atuarem no Brasil. Assinaram o documento entidades como o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), a Associação Paulista de Medicina (APM) e diversas faculdades de medicina, entre elas USP e a Unicamp. A carta foi escrita depois que correntes dentro do Governo Federal, a pedido da presidente Dilma Rousseff, começaram a trabalhar veladamente para flexibilizar a exigência da prova, com a intenção de facilitar a entrada desses profissionais e aumentar o número de médicos no país.

Uma das propostas que está sendo analisada pelos Ministérios da Saúde e da Educação é dispensar o candidato de fazer o exame, desde que ele cumpra dois anos de trabalho no SUS. A ideia, boa em princípio, é uma temeridade. Com a declarada intenção de ajudar regiões com poucos médicos, na prática ela acabaria colocando profissionais sem treinamento adequado para atender a população mais carente. As entidades médicas encaram, com razão, a possibilidade como uma ameaça à saúde pública. "Isso é colocar o povo em risco, deixá-lo sujeito à tragédia do erro médico. Somos favoráveis ao Revalida como é feito hoje", diz Florisval Meinão, presidente da APM.

Antes do Revalida, as provas para revalidação de diploma podiam ser realizadas por qualquer universidade pública, o que causava grandes problemas. Além do fato de algumas faculdades ficarem anos sem fazer as provas, cada instituição adotava critérios diferentes, levando a exames com graus de dificuldade díspares. Desde 2010, o governo unificou todo o processo. Uma única prova é feita anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) e aplicada em 37 universidades públicas.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

PROVALIDA: Simepe entram na Justiça para impedir o trabalho de médicos formados no exterior




O Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe) em conjunto com o Conselho Regional de Medicina (Cremepe) e Associação Médica de Pernambuco (AMPE) entrou com uma Ação Civil Pública, na Justiça Federal, nesta sexta-feira (27.04), contra o Governo do Estado, Universidade de Pernambuco (UPE) e Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe).

As Entidades Médicas pedem a anulação do Termo de Cooperação Técnica e do edital do Provalida, que visa revalidar diplomas de graduação em medicina expedidos por instituições de ensino estrangeiras. 

O Simepe, Cremepe e a AMPE entendem que o Provalida é uma tentativa adotada pelo Governo Estadual para burlar a realização de Concursos Públicos e facilitar a entrada de profissionais estrangeiros com formação acadêmica duvidosa para atuar nos serviços de saúde pública. 

Para os representantes das entidades, falta uma política concreta de fixação dos profissionais no interior do Estado, com plano de carreira de base estadual com instrumentos que incentivem a interiorização do trabalho, investimentos adequados em estrutura física, apoio diagnóstico e rede de referência, garantindo remuneração adequada aos médicos. 

terça-feira, 10 de abril de 2012

Cremepe tenta barrar médicos de fora do País


O Conselho de Medicina anunciou que vai à Justiça para impedir programa de atração de profissionais



O Conselho Regional de Medicina (Cremepe) anunciou que tentará impedir, com ação na Justiça, o Provalida, programa de revalidação de diploma médico de profissionais formados no exterior, lançado há 11 dias pelo governo do Estado e que será aplicado pela universidade estadual (UPE). Em nota oficial publicada domingo nos jornais, o Cremepe diz que o "projeto não garante padrão mínimo de conhecimento na língua nacional nem compatibilidade de grade curricular com os formados no Brasil".

A UPE não vê razão para a crítica, uma vez que o modelo adotado segue as regras do Revalida dos Ministérios da Educação e Saúde, inclusive exigindo dos estrangeiros proficiência em português e carga horária equivalente à das faculdades brasileiras. "Era bom que lessem o edital antes", argumenta o vice-reitor, médico Rivaldo Albuquerque, que espera convencer as entidades médicas. As inscrições para o Provalida começam no próximo dia 30 e a previsão é que todo o processo de avaliação dure cinco meses, com análise documental e três provas (objetiva, discursiva e de habilidades). O edital está disponível em no site da UPE.

Segundo a presidente do Cremepe, Helena Carneiro Leão, o receio é que sejam revalidados diplomas de médicos sem condições mínimas de atuação no mercado. "Na Venezuela, Hugo Chávez (o presidente) saiu formando muita gente de uma vez só e, na Bolívia, é um grande negócio", criticou. Desconhecendo as semelhanças entre o Provalida e o Revalida enfatizadas pela UPE, Helena afirma que só aprova o processo dos Ministérios da Educação e da Saúde (Revalida), que tem aval das entidades médicas nacionais e é realizado pelas universidades federais. No ano passado, o Cremepe registrou seis médicos estrangeiros e 36 brasileiros que se formaram no exterior. "Negamos a concessão do registro nos casos em que não houve prova para a validação", esclarece. Como o Provalida inclui um compromisso do médico de trabalhar no interior, Helena argumenta que essa não é a melhor forma para levar a assistência à população. "Precisa ser instituída a carreira médica."

O vice-reitor da UPE, Rivaldo Albuquerque, alega que o projeto "não tem a intenção de jogar no SUS profissionais despreparados, de segunda ou terceira categoria". Também não há, segundo ele, facilidades para o candidato.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Como esperado, Simepe é contra ao PROVALIDA

"É uma vergonha para o brasileiro lá fora, saber que o país está sofrendo por falta de médicos que tenham coragem para enfrentar as periferias das grandes cidades onde a precariedade de médicos é tamanha, e quando chega no Brasil para enfrentar e trabalhar com dignidade e coragem onde eles não vão, os formandos vem com toda bagagem e humanidade são barrados por dificuldades, burocracias e preconceito. Enquanto isso nós que vivemos em pequenas cidades somos humilhados por determinados médicos que estão atendendo com limitaçoes apenas por dinheiro, na verdade não existe humanidade." - Teresinha Risério.
Vamos acompanhar a nota do SIMEPE.



O Sindicato dos Médicos de Pernambuco (SIMEPE) vêm a público reiterar sua posição contrária ao Projeto Estadual de Revalidação de Diplomas Estrangeiros – PROVALIDA, considerando que:

1. Já existe no País um processo de caráter unificado e nacional de Revalidação de Diplomas (REVALIDA) promovido pelo MEC e MS, com apoio do AMB, CFM e  FENAM que vêm no sentido de acabar com as fraudes e clientelismo que vinham acontecendo quando o processo de revalidação era descentralizado, realizado isoladamente por cada universidade;

2. O governo do Estado de Pernambuco reconhece não ter um estudo concreto sobre a necessidade real de médicos e especialidades médicas para os postos de trabalho na rede dos municípios do estado;

3. Não houve discussão do Projeto com as entidades médicas de Pernambuco e nem com o restante da sociedade civil organizada, tendo sido colocado à sorrelfa, e trazendo em seu  corpo inúmeros equívocos processuais, jurídicos e políticos;

4. Outrossim, as declarações dos Secretários de Governo na mídia nos levam a concluir que se trata em primeira linha de uma troca de favores, uma vez que o governo cria uma alternativa ao rigoroso processo seletivo nacional a fim de facilitar o ingresso e a garantia do direito permanente de exercício da medicina para estes médicos de formação estrangeira por instituições de qualidade bastante duvidosa, cobrando como contrapartida o seu trabalho por um tempo determinado nas cidades do Interior.

5. Inexiste uma Política concreta por parte do Estado de Pernambuco de fixação dos profissionais no interior do Estado, com plano de carreira de base estadual com instrumentos que incentivem a interiorização do trabalho, investimentos adequados em estrutura física, apoio diagnóstico e rede de referência, garantindo remuneração adequada aos médicos;

6. Salientamos ainda a grave insuficiência de repasses do Governo Estadual de recursos destinados à Atenção Primária em Saúde para os municípios, o que inviabiliza a construção de uma Rede de Saúde da Família adequada, sólida e que seja capaz de responder às necessidades de saúde da população de cada região. Isso faz parte de um problema maior que é a falta de uma Política de Atenção Primária no Estado, que vem sendo colocada em um plano inferior ao longo desta gestão em favorecimento de uma crescente e onerosa rede complementar gerenciada pelas Organizações Sociais.

Informamos a toda categoria médica e à Sociedade que o SIMEPE é veementemente contrário ao PROVALIDA, e que está tomando todas as providências jurídicas e políticas necessárias para impedir que este programa vá adiante. Estamos programando para os próximos dias um grande Ato Público repudiando estas e outras medidas governamentais que só desconstroem a Saúde Pública de qualidade em nosso Estado.

Recife, 02 de abril de 2012
A Diretoria

Fonte: SIMEPE

Fique atento ao Provalida-UPE!

Para maiores informações, acesse:

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Provalida: Saiba Mais!

Ainda sobre o Provalida-UPE: "Durante o processo de revalidação, prefeituras irão remunerar os médicos". Veja o que o Luiz Fernando Lopes, do blog NETCINA apurou:


Desde a sexta-feira 30, o edital do Provalida já está disponível e as inscrições começam a partir de 30 de abril a 14 de maio via internet. Candidatos qualificados terão que passar pelo menos dois anos no interior, trabalhando em PSF ou em outra atividade da rede de saúde pública municipal em Pernambuco. O termo de cooperação técnica assinado nesta sexta-feira (30) pelas secretarias estaduais de Saúde e Ciência Tecnologia e Meio Ambiente (SECTMA), Universidade de Pernambuco (UPE), Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e prefeitos de municípios da Zona da Mata, Agreste e Sertão. No interior de Pernambuco o déficit de médicos para essa área é de mais de cem profissionais. O médico vai ser remunerado pela cidade onde for atuar, que será escolhida em função de sua classificação. Um levantamento deverá ser feito pela Secretaria Saúde para identificar os municípios prioritários para receber os médicos. Saiba mais detalhes.

O estado não tem uma estimativa de quantos médicos devem ter seus diplomas validados a partir da implantação do programa. 

Atualmente, a Secretária de Saúde de Pernambuco não dispõe do tamanho do déficit de médicos. Mas, existe um desequilíbrio, pois tem médicos sobrando em várias especialidades e cidades e faltando noutras. 

O Provalida nacional, no ano passado, usou um critério mais restritivo que este formulado pelo estado de Pernambuco e conseguiu inscrever um contingente pequeno, apenas 700 pessoas, e aprovar um número menor ainda, apenas 15% dos inscritos, o que representa 80 novo médicos no Brasil. 

O Governo de PE disse que se este contingente, algo em torno de 80 pessoas, já seria bastante significativo pra melhorar a rede pública de saúde.

A expectativa do Provalida é atrair fundamentalmente pessoas formadas em medicina na América Latina, Cuba, Argentina e Bolívia, são os maiores foco. O Governo de PE promete usar todos os mecanismos de convênio e acordos de cooperação disponíveis para que o projeto seja um sucesso. 

Estrangeiros 

Como terão um contrato temporário de dois anos com o estado, esses profissionais estrangeiros terão o visto de permanência no Brasil garantido. O Governo de PE vai usar todos os mecanismos de convênio e acordos de cooperação disponíveis, ficando sob a responsabilidade da Amupe o acompanhamento do acordo feito com as prefeituras e envio de relatório, a cada dois meses, para os órgãos envolvidos. 

Como Vai Funcionar o Provalida 

Ainda estou aguardando um e-mail com mais detalhes. No momento entendo assim: NÃO terá APROVADOS DIRETO, ou seja, passou nos exames já sai com o CRM, não! TODOS deverão entrar no processo de ter que trabalhar os DOIS ANOS em Pernambuco. Pois o candidato tem que assinar o "TERMO DE COMPROMISSO", então, obrigatoriamente, deverá cumprir o prazo de 2 ANOS. 

Mas o Quê Muda do Provalida Nacional? 

O uso de um critério MENOS RESTRITIVO, passando a ser mais JUSTO pelo estado de Pernambuco. Foi o que eu entendi de uma entrevista que vi do Secretário de Saúde de Pernambuco. (Até o momento, não consegui a gravação da entrevista). 

Provalida: Informações

Segundo o Luiz Fernando Lopes, do NETCINA: "Após 2 anos trabalhando no PSF, os diplomas estrangeiros serão revalidados". Confira:

Neste artigo você vai encontrar todas as informações referente ao PROVALIDA - Foi aberto na sexta-feira (30/03/12) o edital do programa de cooperação técnica Provalida, que pretende revalidar diplomas de graduação em medicina expedidos por instituições de ensino estrangeiras. O período de inscrições começa no próximo dia 30 de abril, pela internet. Para participar do programa, o profissional terá que assinar um termo de compromisso para prestação de serviços médicos pelo período mínimo de dois anos no Programa Saúde da Família ou outra atividade da rede de saúde pública municipal em Pernambuco. O candidato selecionado ainda será submetido a provas teóricas e práticas aplicadas pela UPE.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) identificou 120 entre os 185 municípios pernambucanos considerados prioritários para receber os médicos. Os profissionais poderão escolher a cidade de atuação por ordem de colocação na seleção.

O lançamento aconteceu no final da manhã de hoje (30/03), no auditório da Secretaria de Ciência e Tecnologia, com a presença dos secretários da Sectec, Marcelino Granja, e de Saúde, Antonio Carlos Figueira, do Reitor da Universidade de Pernambuco, Carlos Calado, do presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), Jandelson Gouveia da Silva e dos prefeitos de municípios da Zona da Mata, Agreste e Sertão.

A expectativa é de que no final de setembro os diplomas estejam adequados às normas e parâmetros curriculares nacionais, para possibilitar o exercício da profissão de médico em todo território nacional. Caberá à Universidade de Pernambuco (UPE) lançar o edital que define os critérios de participação de acordo coma legislação vigente.

Com informações do repórter Raphael Guerra (Pernambuco.com)

Outras Notícias


Médicos poderão revalidar diploma para atuar em PE

Os secretários estaduais Antonio Carlos Figueira e Marcelino Granja, de Saúde e Ciência e Tecnologia, respectivamente, lançaram, nesta sexta-feira (30/03), do lançamento do Provalida, programa que objetiva revalidar diplomas de graduação em medicina expedidos por instituições de ensino estrangeiras. No ato, foi afirmado que o edital para os interessados já está disponível no site da Universidade de Pernambuco (UPE – www.upe.br). A expectativa é que, em setembro, já seja divulgada a lista com profissionais aptos a ingressar no sistema de saúde pernambucano.

“O programa trabalha não só a validação do diploma. Quanto a isso, estamos totalmente tranqüilos, sabendo que o processo será feito pela UPE, que seguirá todos os marcos legais do Ministério da Saúde, do Ministério da Educação e dos Conselhos Federais. O programa também dará provimento à saúde na atenção primária, que é a ordenadora de todo o sistema”, afirmou o secretário Antonio Carlos Figueira.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) ficará responsável por fazer o levantamento dos municípios prioritários que receberão os médicos. A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) deverá acompanhar a locação dos médicos que tiveram o diploma revalidado e, bimestralmente, enviar um relatório aos órgãos envolvidos de como está sendo a realidade na prática.

Já a UPE comandará todo o processo seletivo para a validação do diploma. Uma das condições para participar da iniciativa é assinar um termo de compromisso para atuação por, no mínimo, dois anos no Programa Saúde da Família ou em outra atividade da rede de saúde pública municipal em Pernambuco. Pode participar da validação médicos brasileiros e também vindos de outros países que estejam dentro dos parâmetros exigidos pelo edital, como o cumprimento da carga horária de estágio.

(portal.saude.pe.gov.br)

Algumas Informações do Edital


4. DO PROCESSO DE REVALIDAÇÃO DE DIPLOMA DE MÉDICO GRADUADO NO EXTERIOR

O Processo de Revalidação de Diploma de Médico de que trata este edital constará de quatro (4) fases distintas, sucessivas e eliminatórias, compreendendo a  análise documental, a  prova  teórica  objetiva, a  prova  teórica discursiva e  a  avaliação de habilidades.

4.1 Fase I - Análise Documental

(a) A aprovação do  participante nesta fase estará condicionada ao cumprimento das exigências documentais e a realização de Curso Médico com carga horária mínima de 7.200 horas, período de integralização de 6 anos e 35% da carga horária em regime de treinamentos em serviços/internato, de acordo com a Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Medicina (Resolução CNE/CES nº 04/2001).

(b)  A relação dos aprovados na fase l, aptos a participar da Prova Teórica Objetiva (Fase II),  será divulgada  no site da UPE  (www.upe.br), de acordo com calendário do processo de revalidação de diploma na UPE – PROVALIDA UPE 2012, anexo I deste edital.

4.2 FASE II – Prova Teórica Objetiva

(a) A Prova Teórica Objetiva, a ser aplicada apenas aos participantes aprovados na análise documental (FASE I), será constituída de 100 questões contemplando os conteúdos  programáticos  das áreas  de  Clínica Médica, Cirurgia, Pediatria, Ginecologia-Obstetrícia e Saúde Coletiva, constantes no anexo VI deste edital. Cada uma das áreas  constará de  20 questões de múltipla escolha com cinco (5) opções de resposta (A, B, C, D e E) com uma única alternativa correta para cada questão;

(b) A prova teórica objetiva terá uma duração de cinco (5) horas;

I. Por questões de segurança e de isonomia o participante deverá permanecer, obrigatoriamente, no local de realização da prova por, no mínimo, duas horas e trinta minutos após o seu início;
(c) O participante ao receber a folha de respostas deve conferir se nela constam seu nome e número de inscrição, informados na parte inferior da folha de respostas.

(d)  O participante deverá preencher apenas o campo correspondente  àquela resposta  que julga correta e  transcrever as respostas para a FOLHA DE RESPOSTAS, que se constituirá no único documento válido para a correção.

(e) O preenchimento da folha de respostas é de responsabilidade unicamente do participante, que deverá atentar para as instruções contidas neste Edital e na Folha de Respostas quanto à necessidade de preencher completamente o campo de resposta, sendo invalidada a resposta com rasura, emenda, uso de corretivo ou insuficiência no preenchimento do campo da resposta. A FOLHA DE RESPOSTAS não pode conter qualquer dano que impeça a leitura ótica das informações nela indicadas.

I. Apenas ao  participante será permitida a marcação na FOLHA DE RESPOSTAS, salvo na condição explicitada no item 3 deste edital;

(f) Cada questão da prova  teórica objetiva  valerá um décimo de ponto (0,1). O participante para ser aprovado nesta etapa deverá acertar no mínimo sessenta por cento (60%) de todas as questões e pelo menos  dez questões em cada uma das respectivas áreas do conhecimento médico (Clínica Médica, Cirurgia, Ginecologia-Obstetrícia, Pediatria e Saúde Coletiva);

4.3 Fase III – Prova Teórica Discursiva

(a) A prova teórica discursiva, a ser aplicada apenas aos participantes aprovados na prova teórica objetiva (FASE II),  constará de cinco (5) questões, uma de cada área do conhecimento médico (Clínica Médica, Cirurgia, Ginecologia Obstetrícia, Pediatria e Saúde Coletiva);

(b) A avaliação das respostas da Prova Teórica  Discursiva considerará os seguintes critérios: fundamentação e consistência teóricas e  capacidades de interpretação e tomadas de decisão;

(c) Cada questão da Prova  Teórica Discursiva valerá dois (2) pontos e o participante para ser aprovado nesta etapa deverá obter no mínimo sessenta por cento (60%) de toda pontuação da prova e pelo menos um (1) ponto em cada uma das respectivas áreas do conhecimento médico (Clínica Médica, Cirurgia, Ginecologia-Obstetrícia, Pediatria e Saúde Coletiva);

(d) A prova teórica discursiva terá uma duração de quatro (4) horas;

I. Por questões de segurança e de isonomia o participante deverá permanecer, obrigatoriamente, no local de realização da prova por, no mínimo, duas horas após o seu início;

(e)  O Caderno de Respostas da Prova Teórica Discursiva  não pode conter assinatura, rubrica, palavra, desenho ou qualquer outro sinal aposto no espaço destinado à transcrição dos textos definitivos que o particularize ou identifique, sob pena de anulação sumária;

(f) O  Caderno de  Respostas é o único documento  válido para a avaliação da Prova Teórica Discursivo, sendo os espaços destinados a rascunho de preenchimento facultativo e não entram, sob qualquer hipótese, no processo avaliativo.

(g) A Prova Teórica  Discursiva  será em Língua Portuguesa, sendo invalidada qualquer resposta parcial ou total em outro idioma;

4.4 FASE III - Avaliação de Habilidades

(a) A  Avaliação de Habilidades, a ser aplicada apenas aos participantes aprovados na prova teórica discursiva (FASE III), compreenderá a avaliação de habilidades e atitudes dos participantes, nas áreas do conhecimento médico: Clínica Médica, Cirurgia, Ginecologia-Obstetrícia, Pediatria e Saúde Coletiva;

(b) A avaliação acontecerá em quatro estações, contemplando  a prática médica nas áreas de atenção em  clínica  médica,  cirurgia,  ginecologia-obstetrícia e pediatria, previamente escolhidas dentre os ambientes existentes  nas Unidades de Educação e Saúde da Universidade de Pernambuco e divulgados em tempo oportuno no site da UPE;

I. O conhecimento médico em Saúde  Coletiva será avaliado no contexto de cada uma das quatro estações;

II. O calendário da avaliação de habilidades dos participantes será divulgado em tempo oportuno no site da UPE (www.upe.br) e obedecerá a ordem alfabética dos nomes dos candidatos;

(c) O padrão de avaliação da FASE IV considerará as atitudes e habilidades dos participantes diante de uma situação de atendimento individual, correlacionada à fundamentação e consistência  teóricas e capacidades de interpretação e tomadas de decisão;

(d) A Avaliação de Habilidades (Fase IV) será atribuída uma nota, de zero a dez, em cada estação, e o participante para ser aprovado nesta etapa deverá obter no mínimo sessenta por cento (60%) de pontuação  no conjunto de todas  as estações e pelo menos cinco (5) pontos em cada uma das estações (Clínica Médica, Cirurgia, Ginecologia-Obstetrícia e Pediatria);
(e) A avaliação de habilidades terá duração máxima, de sessenta (60) minutos para cada participante, em cada estação;

(f) Por questões de segurança e de isonomia o  participante deverá permanecer, obrigatoriamente, no local de realização da avaliação das habilidades após a realização de sua avaliação em todas as estações, em recinto especialmente preparado pela UPE até a saída do último participante do dia;

UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – UPE
Av. Agamenon Magalhães, s/n, Santo Amaro – Recife-PE CEP - 50100-010 – FONE: (81) 3183.3674 – FAX: (81) 3183.3758 Site: www.upe.br – CNPJ: 11.022.597/0001-91

Recife, 30 de março de 2012
Prof. Carlos Fernando de Araújo Calado
Reitor da UPE
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