terça-feira, 30 de outubro de 2012

Atenção diplomados de saúde!


Você, profissional da área de saúde, que deseja cursar Medicina na Bolívia, eu trouxe uma ótima proposta pra você! 

Presta atenção nisso!

Diplomados de qualquer área da saúde podem ingressar direto entre o 4º e o 6º semestre/período de Medicina na Bolívia de forma totalmente segura, sem complicar a revalidação! Já pensou a economia? E tudo na maior tranquilidade! É realmente uma ótima proposta, fiquei surpreso quando descobri!

Para saber tudo, pode enviar um e-mail para convalidacaomedbol@hotmail.com

Maiores informações também, é só me adicionar no facebook (aqui).

Beleza #1

Esta é a nova seção do drluisfelipe.com. Vou mostrar um lado mais artístico, mais abstrato, valorizando as belezas dos países que trato aqui. Quando possível, colocarei também algumas palavras bonitas. Espero que gostem.

El Loa, Antofagasta - Bolívia


Trabalha, trabalha muito a teu favor. Para de esperar a felicidade sem esforços. Para de exigir das pessoas aquilo que nem tu conquistaste ainda. Critique menos, trabalhe mais. E não te esqueças, nunca, de agradecer. Agradece tudo que está na tua vida neste momento, inclusive a dor. A nossa compreensão do universo ainda é muito pequena para julgar o que quer que seja na nossa vida.

“A grandeza não consiste em receberes honras, mas, sim, em merecê-las."

— Aristóteles, em Revolução da Alma.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Medicina na Bolívia em 2013



Pra você que me acompanha desde o início do blog, viu que eu tive que ganhar uma boa base de informações sobre estudar Medicina no exterior, particularmente na Bolívia, para poder seguir em busca do meu sonho. Então, com a proximidade de 2013, decidi que vou ajudar a todos àqueles que queiram realmente entrar de cabeça nessa nova vida.

Eu realmente passei meses lendo sobre o estudo da Medicina na Bolívia, consegui boas informações, e diria que eu tenho até algumas informações privilegiadas pra somente você, leitor do drluisfelipe.com. Não faz sentido eu guardar isso pra mim, já que é mais que certo que não irei mais estudar fora. Logo, me coloco à disposição de quem queira ir agora em 2013 para a Bolívia, que é o país que melhor sei informar. Mas se você quiser ir pra Argentina, Rússia, Cuba, também tenho algumas informações pra você, não muitas, mas podem te ajudar.

Eu sei que muitas pessoas que já possuem um diploma dos cursos da própria área de saúde, desejam cursar medicina, porém desanimam ao saber que terão que enfrentar o concorridíssimo vestibular, ou o ENEM com as notas de corte mais altas. Se você já se informou sobre a Bolívia, e está procurando começar logo seu curso, não perder tempo, ir atrás mesmo de uma nova vida, de uma realização profissional e pessoal, eu posso sim, te ajudar.

Não estou oferecendo assessoria, não é isso. Estou apenas querendo te ajudar da melhor forma possível. E não cobro NADA. Pode ficar tranquilo, que aqui você tem um AMIGO.

Deixo aqui, meus contatos:

Pode me adicionar sem problemas, que eu aceito. Estou online diariamente.




E-mail: dr.luisfelipe@r7.com
E-mail pessoal: l.felipe@msn.com
Olho os dois com a mesma frequência, então, caso queira alguma informação via e-mail, pode me escrever.

Estou esperando você! Até mais!

Repercussão: CASO UFMT - Menos de 1% é aprovado na prova de revalidação!



Acompanhe alguns comentários da publicação, do site Revalmed:


  • O ocorrido na UFMT foi pela grande pressão do CRM Segue embaixo o sitio para ver o pronunciamento de Antonio Celso Nunes Nassif, doutor em Medicina, membro da Comissão de Especialistas do Ensino Médico do MEC que afirma que as instituições de ensino superior têm autonomia para realizar seu próprio processo de revalidação. Porém, o problema é a qualidade desses exames. http://www.crmpr.org.br/lista_ver_noticia.php?id=4925

  • Assino em baixo tudo que foi escrito, porém gostaria de adicionar um fato a mais nisso tudo. Além da inscrição, que somadas as 2 fases totaliza R$1000,00, existe o fato de que a documentação exigida pela UFMT é a mais cara de se ajuntar, sendo ABSURDAMENTE exigido cópias AUTENTICADAS DE CADA UMA DAS PÁGINAS. E os inscritos sabem o valor de cada um daqueles selos.

  • Antes de falar em porcentagens vamos falar de valores financeiros, Em cima dos índices relatados de aprovação nos anos anteriores podemos constatar que a UFMT agiu de má fé com os revalidandos. Isso é um descaso absurdo com os médicos formados no exterior. Se fosse possível poderia se acionar via judicial a UFMT por quebra de contrato gerando uma expectativa e aplicando uma prova com questões para especialistas e não para médicos generalistas. Que eu saiba a prova era para revalidar diplomas não para mestrado nem doutorado. Cada candidato gastou em média R$ 4.000,00 , um desrespeito para com os candidatos, familiares , e principalmente constatamos que mais uma vez neste país O CFM, manda mais que o governo.

  • Uma prova absurda, sem condições de aprovação

Termo de Responsabilidade - Dr. Luís Felipe

O Blog Dr. Luís Felipe tem seus temas relacionados ao estudo da medicina em países do exterior, e no Brasil, e também à diversos temas que possam apresentar correlação, sendo que muitas vezes são discutidos assuntos pertinentes à revalidação de diplomas, saúde ou curiosidades médicas. O(s) autor(es) do blog não pode(m) se responsabilizar por qualquer uso da informação nele contida.

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Polêmica na UFMT: Menos de 1% é aprovado na revalidação 2012!

O pânico e a descrença dos médicos graduados no exterior, relatados a nós por e-mail e contato telefônico após a prova da UFMT acabou por se revelar em números absurdos no dia de ontem.

Dos mais de oitocentos médicos graduados no exterior que compareceram à prova, entre estes, sendo reprovados candidatos com mestrado feito na Europa, menos de UM POR CENTO restou aprovado.

Nos últimos três anos a quantidade de aprovados na UFMT foi: 2009: inscritos- 401 / aprovados: 114 (28%) 2010: inscritos / 520 aprovados: 184 (35%) 2011: inscritos / 637 aprovados: 296 (46%)

Nada explica que a UFMT/FCM que havia nos anos anteriores aprovado sempre no mínimo 28% (VINTE E OITO POR CENTO), além de ter aumentado a média da prova, a realize num nível de dificuldade que extrapola o plausível de ser cobrado de um MÉDICO DE ATENÇÃO PRIMÁRIA a ponto de ter um índice de aprovação pífio dando a entender que a prova foi aplicada para pessoas que não são conhecedoras da medicina.

A UFMT sempre cometeu o mesmo erro/desrespeito à legislação pátria, mas diante do medo de que esta porta fechasse, de que uma prova anual com um percentual de aprovação relativamente positivo deixasse de existir, nunca houve uma manifestação judicial provocada pelos advogados especialistas na área.

A UFMT realizando o procedimento ordinário de revalidação NUNCA PERMITIU A COMPLEMENTAÇÃO DE ESTUDOS EM OUTRAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO COM CURSO DE MEDICINA RECONHECIDO PELO MEC conforme manda a lei, um direito de todos os revalidandos concedido pelo Conselho Nacional de Educação.

Diante deste motivo e do fato de que muito provavelmente a UFMT venha a aderir ao procedimento do REVALIDA, aconselhamos a todos os lesados por esta instituição federal que procurem a via judicial para buscar um parecer que permita a complementação de estudos dentro dos mesmos padrões dos que estão entre os cinco reprovados de maior pontuação na prova da própria UFMT.

Nesta luta pela justiça na via judicial nos deparamos com alguns problemas como o preconceito escrito com palavras rebuscadas constante em algumas sentenças e alguns pareceres do Ministério Público, o número muito restrito de advogados especialistas no assunto (o que eleva o valor dos honorários) e o pior: a ignorância de alguns médicos revalidandos que acusam os advogados de serem colaboradores deste abuso, de buscarem um enriquecimento em cima de uma situação desfavorável O QUE É ALGO TÃO ABSURDO COMO TAXAR UM ONCOLOGISTA DE MERCENÁRIO, uma vez que o advogado não faz leis, editais, provas, tampouco encaminha para estudar no exterior estudantes de medicina, assim como o oncologista não cria o câncer em seus pacientes.

Num país como o nosso com mais de 200 milhões de habitantes, temos apenas 6 advogados com experiência (com mais de 100 processos judiciais de revalidação), que atuam em mais de um Estado, que tenham vitórias judiciais verdadeiras e que não possam ser revertidas, com dedicação exclusiva à revalidação de diplomas estrangeiros, que não fazem promessas que não podem cumprir e que já revalidaram mais diplomas do que o procedimento do REVALIDA (só para citar um exemplo) já que viabilizaram inscrições e, se não fosse pelos atos destes, NÃO HAVERIA COMPLEMENTAÇÃO DE ESTUDOS EM ESCOLAS PARTICULARES.

Portanto, diante da incapacidade do governo de enfrentar o problema da revalidação de diplomas a ponto de exigir que o procedimento de revalidação ocorra em respeito à lei, ao revalidando, à população mal assistida em seu direito à saúde e não somente para atender a vontade dos órgãos de proteção de classe e os interesses das universidades particulares de medicina deste país, da possibilidade de que no ano que vem tenhamos somente a UFMG e a prova do REVALIDA como alternativas para a revalidação de diplomas neste país, mais uma vez será necessária a busca pelo trabalho destes poucos profissionais habilitados.

Diante do resultado da prova da UFMT, acredita em um futuro mais justo para os revalidandos, criado somente com atitudes do governo quem quiser, aos demais, que busquem uma assessoria de sua confiança.

Para ver o desempenho dos candidatos, clique AQUI.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Suposta falta de médicos reacende discussão sobre validação de diploma


Uma recente pesquisa da CNI/Ibope mostra que 61% da população consideram o serviço de saúde no Brasil ruim ou péssimo. Para melhorar essa situação seria necessário, entre outras medidas, ampliar o número de médicos no Sistema Único de Saúde (SUS). 

O aumento do quadro de médicos nos hospitais públicos esbarra em uma discussão polêmica: a revalidação dos diplomas estrangeiros de medicina. Isso porque os defensores da revalidação automática de diplomas afirmam que faltam médicos no Brasil e que a mão de obra formada em outros países poderia diminuir a suposta carência de profissionais.

“O número de médico para atender a nossa população de quase 200 milhões de habitantes, é bem inferior do que de outros países", reclama o subprocurador-geral da República, Osvaldo Barbosa Silva. "Nós temos mais ou menos 1.600 médicos para um conjunto de cem mil habitantes. Enquanto países menos desenvolvidos que a gente tem 2400 médicos para um conjunto de cem mil habitantes.” 

As organizações médicas, no entanto, refutam essa afirmação e dizem que há médicos suficientes no País, mas que eles se concentram nos grandes centros onde a renda é maior. Segundo o Conselho Federal de Medicina (CFM), os 373 mil médicos que atuam no Brasil seriam suficientes, se houvesse políticas de incentivo à fixação de profissionais em municípios pequenos, principalmente no Nordeste e na região Amazônica.

“O número de médicos brasileiros é adequado. Há, sim, uma má distribuição, há sim falta de condições para se interiorizar esse médico”, afirma a médica Cacilda Pedrosa, representante do CFM. 

Silva reconhece que é preciso incentivar o médico a se fixar no interior. Mas ressalta que a interiorização do médico não depende só de salário. “A dificuldade no interior não é apenas o isolamento. É chegar lá, mesmo com salário de R$ 25 mil, e não ter sequer o instrumental pra fazer o exame, não ter um laboratório pra auxiliá-lo. É preciso criar incentivos para brasileiros e estrangeiros com diplomas legitimamente validados irem para o interior.”

Revalida
Desde 2010, o médico formado em instituição estrangeira de ensino precisa ser aprovado no Revalida para atuar no Brasil. Trata-se de um exame unificado realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) e aplicado em 37 universidades públicas. No ano passado, dos 677 inscritos, só 65 foram aprovados.

O governo discute alterações na revalidação dos diplomas. A mudança é rejeitada por organizações médicas e divide opiniões entre os parlamentares.

“[O revalida] é a garantia de que você vai ter bons profissionais atendendo", defende o subprocurador. “Eu não sou contra médicos estrangeiros clinicarem no Brasil, mas eles têm que submeter ao nosso controle de qualidade.”

Cacilda Pedrosa concorda. “Isso não é preconceito. É uma preocupação de garantir a toda comunidade brasileira que seja atendido por médicos qualificados. Nós precisamos ter médicos, sejam estrangeiros ou brasileiros, qualificados para atender aqui.” Ag.Câmara

Problemas para a revalidação do diploma


Um dos processos mais custosos e complicados para os estudantes de pós-graduação no exterior é a revalidação dos diplomas obtidos no Brasil. Apesar do incentivo para que estudantes brasileiros façam cursos na Europa e em outros países, torná-los oficiais no país pode custar até R$ 5 mil e demorar entre seis meses e dois anos ou mais.

A burocracia também pode dificultar a inscrição em universidade europeias que não reconheçam os diplomas de graduação brasileiros. "Pra mim a complicação já começou no Brasil, porque a quantidade de papéis que a universidade espanhola pediu para reconhecer o meu título era muito grande, tive que traduzir todo o meu currículo escolar da graduação", diz o jornalista catarinense Ricardo Viel, que faz mestrado em estudos latino-americanos na Universidade de Salamanca, na Espanha.

"Eu tive que comprovar para eles que tinha um título superior no Brasil com a quantidade de créditos que equivaleria a um daqui. Demorei pelo menos quatro ou cinco meses e gastei muito dinheiro, porque só existe uma tradutora juramentada para o espanhol em São Paulo, onde moro."

A dificuldade acontece porque o Brasil não é signatário da Convenção de Haia, de 1961, que eliminar os atos de legalização de documentos nos consulados entre os países signatários. Dessa forma, os diplomas brasileiros nem sempre são aceitos no exterior como documentos oficiais e vice-versa.

Na primeira etapa da revalidação, o estudante precisa pagar para que o consulado brasileiro no país autentique o seu diploma. Mas desde o ano passado, é preciso também levar o diploma a um cartório local, que verificará sua autenticidade. "Isso é uma redundância, que não era necessária", explica o Michael Freitas Mohallem, doutorando em direito público na University College of London.

"Essa primeira etapa é uma etapa burocrática, que seria evitada se o Brasil fosse signatário da Convenção de Haia. Mas até aí, o estudante ainda nem começou a entrar na discussão acadêmica."

Já no Brasil, o estudante pode procurar tanto uma universidade pública quanto uma privada para o processo de revalidação. O critério de escolha deve ser encontrar um curso de pós-graduação que tenha disciplinas, carga horária ou linhas de pesquisa equivalentes ao curso europeu.

No entanto, cada universidade tem suas regras, seus critérios de avaliação e seu preço. O custo do processo de revalidação - sem contar com a tradução dos documentos exigidos pela instituição - varia entre cerca de R$ 200 e R$ 2 mil reais. E isso ainda não garante o reconhecimento do diploma.

"O que poucos estudantes sabem é que quando não obtém a revalidação, eles podem levar o caso para o Ministério da Educação, que tem uma visão mais favorável ao processo", explica Mohallem.

O engenheiro gaúcho Diego Boesel foi bolsista do programa de pós-graduação europeu Erasmus Mundus e cursou, em 2009, um mestrado em automação espacial e robótica em universidades na Alemanha, Suécia e Finlândia. Seu diploma, no entanto, só foi revalidado em agosto de 2012, após despesas de R$ 5 mil.

"O que me complicou foi que eu só comecei a me preocupar em saber os documentos necessários depois de ter retornado para o Brasil. Aí a primeira coisa que aparece, para quase todas as universidades, é ter o diploma, histórico ou outro documento autenticados pela embaixada do Brasil no país", disse à BBC Brasil.

"Eu não podia ir para a Europa e não queria enviar isso pelo correio para que alguém fizesse para mim, para não arriscar perder meus documentos. Então deixei isso parado até que voltei à Europa pra trabalhar e resolvi fazê-lo."

Boesel também teve mais um contratempo, depois de reunir os documentos exigidos pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), onde fez o curso de graduação, descobriu que a instituição tinha deixado de fazer revalidações de diplomas estrangeiros. "Eu fui buscar outra universidade e acabei tendo que juntar mais documentos ainda, porque cada uma delas requer documentos diferentes. Me pediram coisas que eu nem imaginava, como um comprovante de que o curso era presencial."

O engenheiro, que hoje trabalha em uma empresa de suíça de microtecnologia, calcula que levou cerca de um ano para coletar todos os papeis e traduções. Ele também levou algum tempo para encontrar um curso equivalente ao seu nas instituições brasileiras.

"Vale a pena ver primeiro quais são os requisitos de cada universidade onde se poderia fazer a revalidação e tentar ir juntando os documentos à medida em que estiver fazendo o mestrado", aconselha. "Mas é muito importante que isso seja feito antes de voltar para o Brasil, porque alguns documentos levam tempo para que a universidade consiga emitir."

De acordo com Michael Mohallem, a exigência de semelhança entre os cursos de fora e os brasileiros é uma das maiores contradições do processo. "O governo financia a ida do estudante como bolsista para estudar fora, por exemplo, e depois não reconhece o diploma que ele mesmo havia considerado válido na candidatura das bolsas. Isso diminuiu, mas ainda existe. Especialmente quando o estudante vai fazer cursos interdisciplinares que são novos e é difícil encontrar equivalentes no país."

Ele diz que o ideal é consultar sobre os cursos brasileiros equivalentes ao desejado antes mesmo da candidatura no mestrado europeu. "É um passo que quase ninguém dá, mas começa a ser uma vantagem."

Coisas que li: Estudantes de Medicina 'aprontam com os pais' na Bolivia


"Alguns estudantes brasileiros que foram "estudar medicina" em cidades da Bolívia como Santa Cruz, Cochabamba, Las Paz e Sucre andam aprontando. 

Semana passada o pai de uma aluna decidiu fazer uma surpresa para a filha. Surpreso ficou ele ao saber que a moça não estudava há cerca de dois anos. Estava apenas "curtindo" belas férias.

A situação mais grave, segundo esse pai, acontece em Santa Cruz, já que a paradisíaca cidade oferece excelentes opções de lazer, principalmente à noite com suas extravagantes e luxuosas boates.

Frustrado esse pai desabafou dizendo que as famílias precisam acompanhar a realidade de seus filhos nas universidades."

Olha,

Estudar na Bolívia, não é fácil. Por não ter vestibular, pode não haver a seleção inicial, mas este processo ocorre durante o curso, ou ainda, após ele, com a temida revalidação. Caso seus pais te sustentem neste período, o mínimo que você pode fazer é honrá-los, não acha? Ainda que seja mais barato do que estudar no Brasil, não deixa de ser DINHEIRO.

Honestidade acima de tudo. Existem pais que por vezes se sacrificam para manter os estudos dos filhos, para dar à eles um futuro melhor, uma oportunidade que não tiveram em suas vidas, e depois encararem uma decepção como é essa, é terrível. Galera, vamos encarar a realidade, e vamos abrir os olhos. Em qualquer lugar do mundo, estudar não é brincadeira.

Não devemos esquecer que antes de mentir para os nossos pais, estamos mentindo para nós mesmos. Mentira tem perna curta, e uma hora a casa cai.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Conheça a Bolívia! - UNIFRANZ

Com a proximidade de 2013, decidi inaugurar um espaço aqui no blog onde vocês poderão conhecer melhor a Bolívia, as universidades bolivianas, o estilo de vida da galera lá. E pra começar, escolhi a UNIFRANZ, a instituição que eu acredito ser a que tem o melhor custo/benefício, por conta da infraestrutura, da localização, do ensino... Se eu fosse hoje, e com a quantia que me é possível, essa seria minha escolha. Vamos ver um vídeo?


Site: UNIFRANZ

Confira as provas para Revalidação de Diploma da UFMT


Uma das instituições em que os estudantes mais se inscrevem para revalidar seus diplomas de medicina é a UFMT  (Universidade Federal do Mato Grosso). Em 2011, dos 637 inscritos foram aprovados 296, num total de 46%. Em 2012, o processo está em sua fase final.

Abaixo, você acompanha as provas de revalidação da UFMT desde 2005, algumas comentadas.


Formação de médicos é o tema central da discussão sobre revalidação de diplomas


Na Câmara, alguns deputados defendem o sistema do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) para revalidação de diplomas estrangeiros. O deputado Mandetta (DEM-MS) é um deles. “O Congresso não pode errar permitindo que médicos sem a formação técnica compatível com a saúde do brasileiro possam exercer uma atividade que não permite erro”, afirma Mandetta, que também é médico.

Além disso, acrescenta o parlamentar, apenas aumentar o número de médicos não resolve o problema da saúde. “Temos lugares como Brasília e Rio de Janeiro, que não têm deficit de médicos, mas mesmo assim o sistema é considerado ruim. Não é a quantidade, é a falta de carreira.”

“Não basta número. Tem que ter investimento na saúde, tem que haver hospitais”, concorda a médica Cacilda Pedrosa, representante do Conselho Federal de Medicina. 

Para o presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Florentino Cardoso, o Revalida também é a melhor opção. “As portas do Brasil estão abertas para médicos formados em qualquer lugar, mas ele precisa ser avaliado: precisamos ver se ele fala a nossa língua, qual o currículo dele e quais as habilidades”, explica. 

O deputado Eleuses Paiva (PSD-SP) também defende o Revalida. Ele, que é médico, é autor do Projeto de Lei 3845/12, que transforma em lei a portaria interministerial que criou o exame.

Corporativismo
O deputado Amauri Teixeira (PT-BA), no entanto, acredita que os profissionais formados na América Latina podem ser aproveitados na saúde básica. Teixeira afirma que a resistência contra mudanças nos critérios para permitir a atuação de médicos formados no exterior baseia-se em argumentos corporativos.

Teixeira: médico formado em Cuba pode ser aproveitado no Brasil.
“Na Europa, um profissional de qualquer parte da União Europeia trabalha em qualquer país do bloco. Cuba tem uma formação médica voltada para a saúde pública, então podemos aproveitar esses médicos na atenção básica e na prevenção”, defende.

Os médicos formados em Cuba fazem muita pressão para terem seus diplomas automaticamente revalidados. Em 2006, Brasil e Cuba assinaram um acordo para facilitar essa revalidação. Esse ajuste, no entanto, ainda não precisa ser ratificado pelo Congresso (PDC 346/07).

Revalidação automática
O deputado licenciado Átila Lira defende a revalidação automática dos diplomas estrangeiros. Ele é autor do Projeto de Lei 4212/04, que autoriza as universidades a registrarem diplomas de instituições estrangeiras, desde que mantenham curso do mesmo nível e área de conhecimento.

A revalidação automática dos diplomas estrangeiros, no entanto, não tem a simpatia do diretor do Conselho Técnico Científico da Educação Superior (Capes), Lívio Amaral. “A revalidação automática preocupa porque ela pode autorizar programas sem o grau de excelência que sempre mantivemos no País.”

No entanto, para o deputado João Ananias (PCdoB-CE), que também é médico, toda a discussão de melhoria da saúde passa pelo financiamento. "Temos um serviço público bem posto, mas com financiamento inadequado. Precisamos garantir recursos para buscar mais qualidade.”

Medicina: do sonho à revalidação do diploma estrangeiro



Todos os anos, milhares de pessoas deixam o Brasil para cursar medicina em universidades estrangeiras. Muito mais do que a busca por uma experiência cultural diferente, uma parcela considerável desse grupo parte atrás de uma oportunidade que não se concretizou no País, seja pela pesada concorrência por uma vaga nas instituições públicas ou pelo preço cobrado pelas faculdades particulares.

Mas a aventura fora também tem suas barreiras. Inserido em um ambiente estranho, com um idioma a ser domado, o estudante encara ainda o preconceito e a exploração, através, por exemplo, da cobrança de propina por serviços que deveriam ser gratuitos - ou, no mínimo, custar muito menos.

No entanto, essa é apenas a primeira parte da história de quem busca realizar esse sonho longe da pátria. Superadas as adversidades do período de aulas, geralmente vivido longe da família, o já profissional tem ainda um último desafio. Médico no Exterior, o brasileiro precisa ainda revalidar o diploma para exercer a profissão no seu País.

Para isso, contudo, é preciso encarar a falta de padronização dos exames, as suspeitas de venda de registro, as dificuldades de uma prova que é vista como "feita para reprovar", entre outros problemas. Na outra ponta da corda, os órgãos responsáveis garantem que fazem o possível para que os futuros pacientes desses médicos tenham certeza de que estão em boas mãos.


domingo, 21 de outubro de 2012

Novidade: agora é DRLUISFELIPE.COM

Agora você acessa o blog a partir do endereço:

www.drluisfelipe.com

Pensando em continuar levando informação para todos, da melhor forma possível, achei que diminuindo o domínio do blog traria maior praticidade.Espero que gostem!


VÍDEO: Globo Universidade: Estudar na Bolívia

Globo Universidade viaja até a Bolívia para conhecer brasileiros que estudam no país


Se considerar a qualidade do vídeo ruim, você pode acompanhar pelo site do programa, onde há uma seção especial sobre a Bolívia.

Estudante de Batatais cursa medicina em Cuba


Fernanda Mara ganha bolsa e divide um quarto com alunos da Guatemala, Bolívia, Venezuela e Honduras

A estudante Fernanda Mara da Silva, 27 anos, precisou embarcar para Cuba para realizar o sonho de cursar Medicina.

Sem condições financeiras de pagar o curso no Brasil, ela deixou a faculdade de Pedagogia na USP (Universidade de São Paulo) depois que ganhou a bolsa do governo cubano em 2008.

Na época, foram oferecidas 100 bolsas de estudos para pessoas que passaram por processos seletivos em movimentos sociais ou foram indicadas por partidos políticos.

"Eu estava no movimento estudantil e fiz uma entrevista no Consulado de Cuba em São Paulo e em cinco dias deram a resposta e cinco dias depois eu estava em Havana", diz ela.

Antes da entrevista, enfrentou as aulas de espanhol em um cursinho de quatro meses e quando chegou em território cubano também fez um curso intensivo para dominar a língua. Atualmente, além do espanhol ela também fala inglês porque a língua é obrigatória para quem faz Medicina no país.

Para ela, a maior dificuldade é enfrentar as várias culturas que se misturam na Universidade de Cuba. As bolsas de estudo são oferecidas para países da América Latina, África e Ásia. "No meu quarto tem pessoas da Guatemala, Bolívia, Brasil, Venezuela e Honduras".

No começo, confessa Fernanda, ela teve vontade de voltar para o Brasil porque tudo era desconhecido e era difícil não dominar a língua e enfrentar os hábitos de vida diferentes, mas hoje o país já é sua segunda casa. Ela termina o curso em 2014 e pretende voltar para o Brasil.

"Quero voltar para o país e minha expectativa é aplicar no meu país o que eu estou aprendendo aqui".

Ela diz que sabe que o diploma cubano não é reconhecido no Brasil. "Quero trabalhar com saúde da família. A área não é valorizada, mas sei que falta este profissional no país".

Candidatos

Nos dois primeiros anos de Medicina em Cuba o aluno tem a teoria nas salas de aula complementadas pelas visitas aos postos de saúde e a partir do terceiro enfrenta a rotina dos hospitais. "É uma medicina social e desde o primeiro ano temos o contato com a prática. Eles dão valor na medicina preventiva", diz Fernanda Mara da Silva, universitária.

A partir do terceiro ano, os alunos têm contato com a atenção secundária e terciária e a rotina em hospitais é diária.

"Tem pessoas que acham que a medicina em Cuba é só prevenção e que não servimos para trabalhar em hospital, mas esta ideia é descontruída aqui porque temos uma excelente qualidade de ensino em todas as áreas".

Ela comenta que os alunos sabem que Cuba é um país subdesenvolvido e não tem tecnologia de ponta a oferecer, mas segundo Fernanda a prevenção faz com que o governo cubano economize recursos para casos mais graves de saúde.

"Mesmo assim, Cuba utiliza tecnologia de ponta em oftalmologia e também tem universidade de Ciências e Informática e anualmente 10 mil alunos que se formam nesta área." Ela acrescenta que a tecnologia, por enquanto, não faz falta em solo cubano. "Aqui não somos proibidos de acessar redes sociais, mas temos que dividir os computadores entre 4 mil alunos. Aqui temos que dividir melhor os recursos oferecidos".

Ela conta que no curso de Ciências Básicas estudou informática ao lado de índios da Bolívia que nunca tinham visto computador. "Foi o primeiro acesso deles, então não é apenas em Cuba que não tem tecnologia".

Diploma não vale

O médico Isac Jorge Filho, conselheiro do Cremesp (Conselho Regional de Medicina de São Paulo) afirma que o diploma de medicina de Cuba não é válido no Brasil.

"Aceitamos diplomas de faculdades fiscalizadas pelo Ministério da Educação. Não fiscalizamos cursos de Cuba", afirma. Para ele, não tem o menor sentido uma pessoa que "foge" dos vestibulares e que se forma no exterior exercer a Medicina no Brasil. "É uma profissão muito séria", salienta.

Para ele, não há comprovação de que a medicina de Cuba é séria. "Sabemos que é certa na prevenção. Exceto isto é medicina primária e não tem nada de excepcional". Os médicos que se formam no exterior devem fazer uma prova de revalidação. "Faz a prova e se mostrar que tem conhecimentos pode exercer a profissão aqui", diz Jorge.

Profissionais buscam revalidação de diploma estrangeiro


Provas são avaliadas como justas, e candidatos aguardam convocação para segunda etapa

As histórias são muitas, e variadas. Gente que estudou fora, estrangeiros que se apaixonaram pelo Brasil e por brasileiros, brasileiros que se mudaram e agora querem voltar. Cada um dos cerca de 300 inscritos nas provas de Revalidação de Diploma Médico da UFMG, que aconteceram neste sábado e domingo, tem o seu motivo para buscar o objetivo de exercer a profissão no Brasil.

O candidato Iris Costa, nascido no Espírito Santo, tem o seu diploma outorgado no México, país onde mora e exerce a profissão há seis anos.  Agora pretende voltar ao Brasil, por questões pessoais.  Para Iris, as provas foram justas, capazes de avaliar o que o candidato vê no atendimento do dia-a-dia. “Essa é uma prova que busca o que é realmente necessário para um médico generalista”, afirmou.

Júnia Diel compartilha da visão de Iris de que as provas foram justas. “A presença de casos clínicos é ótima para avaliar nosso conhecimento”, explica a moradora de Curitiba, formada há quatro meses. Ela e o marido, que também fez as provas, têm o diploma de Medicina outorgado na Argentina. Júnia teve ainda atenção especial por ser lactante. Sofia, de dois meses, ficou sob os cuidados da avó, mãe de Júnia, em uma sala especial, na tarde de sábado. “De duas em duas horas alguém da equipe me chamava para amamentar”, conta. No sábado, Júnia ficou em confinamento com outros candidatos que, por motivos religiosos, iniciaram a prova após o pôr do sol. Ao todo, foram dez horas de confinamento e prova. “O cuidado da equipe comigo, minha mãe e minha filha foram fundamentais para minha tranquilidade na hora de fazer as provas”, elogia a candidata.

O presidente da Comissão Permanente de Revalidação de Diploma Médico da UFMG, professor André Cabral, explica que há todo um cuidado em propor questões que sejam bastante relevantes na prática médica, e ainda que todas elas sejam tecnicamente referenciadas de modo que a prova atenda aos critérios de fidedignidade, validade e relevância social.

Processos simplificados
Iris Costa e Junia Diel também  destacam processo de Revalidação de Diploma Médico da UFMG: a facilidade de acesso às informações e simplicidade no processo de inscrições. Enquanto ele elogia a praticidade do processo, que não envolve intermediários, Júnia pontuou que, mesmo com a Universidade em greve, conseguiu todas as informações e manteve contato próximo com a equipe da Pró-reitoria de Graduação (Prograd), que repassou todas as orientações necessárias para que pudesse realizar a prova, sendo lactante.

Carina Maldonado e Neiza Alejandra também apontaram essa facilidade de acesso como ponto positivo no processo da UFMG. Bolivianas, Carina e Neiza elogiaram o conteúdo das provas, dizendo que estavam justas, adequadas e dentro do esperado. Carina, porém, confessou um pouco de dificuldade em responder questões sobre Saúde Pública. “Os processos aqui são diferentes da Bolívia”, analisou.

Revalidação na UFMG e próximas etapas
De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), podem realizar o processo de revalidação de diploma estrangeiro apenas universidades públicas que ofertem os referidos cursos. André Cabral lembra ainda que há mais de 50 anos a UFMG têm um processo legítimo e confiável de revalidação. Para diplomas de Medicina, são mais de 20 anos, sempre buscando aprimorar os processos de inscrição e seleção, exigindo que o candidato esteja realmente apto a exercer a profissão.

Para o candidato ser aprovado na primeira etapa, deve acertar mais de 60% das questões de cada especialidade: Clínica Médica, Pediatria, Ginecologia e Obstetrícia, Cirurgia e Saúde Coletiva. São, ao todo, 140 questões de múltipla escolha e cinco discursivas, sendo uma por especialidade.  “A Comissão vai entrar em contato com os candidatos aprovados nessa etapa para a realização das provas práticas, que avaliam as habilidades clínicas dos candidatos, também nas 5 especialidades”, explica o professor.

Dados da Revalidação de Diploma 2012 – 1ª etapa

Dos candidatos inscritos, cerca de 60% são brasileiros com formação no exterior.
284 inscritos
60% brasileiros com formação no exterior
Maioria dos inscritos residentes na região sudeste do Brasil
40% estrangeiros
Aproximadamente 40% dos diplomas tem a Bolívia como país de outorga
9 horas totais de prova
65 funcionários na equipe de apoio

Assessoria de Comunicação Social da Faculdade de Medicina da UFMG
jornalismo@medicina.ufmg.br

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