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domingo, 1 de setembro de 2013

Decisão da Justiça pode viabilizar que formados na Bolívia ingressem no Mais Médicos



Uma decisão do TRF (Tribunal Regional Federal) da 1ª Região ampliou o acesso de profissionais formados no exterior ao programa Mais Médicos, do governo federal.

Liminar concedida pelo desembargador Antônio Souza Prudente garantiu a um grupo de médicos que moram no Brasil, mas se formaram em países excluídos dos programa, o direito de participar do programa.

As regras do Mais Médicos vedam a participação de profissionais formados em países que tenham índice de médico por mil habitante inferior ao do Brasil.

Essa é uma forma de evitar que países carentes de mão de obra nessa área percam profissionais.

No despacho, o desembargador Souza Prudente acata o argumento de que a norma não se aplica no caso em discussão porque "embora possuam formação no exterior, [os autores da ação] não exercem suas profissões nos respectivos países, razão por que não reduziriam, com a sua participação no aludido programa, o número de médicos naquelas nacionalidades".

Essa decisão pode abrir espaço para que candidatos formado em países como Bolívia e Colômbia se habilitem. Há vários outros pedidos semelhantes ao que obteve a liminar em discussão na Justiça. A estimativa é que 20 mil brasileiros estudem medicina na Bolívia atualmente.

QUALIFICAÇÃO

O presidente da AMB (Associação Médica do Brasil), Florentino Cardoso, alertou que o governo precisa ter cuidado com a importação de médicos formados no exterior porque "muitos brasileiros não passam em vestibular de medicina no Brasil e vão estudar em países com universidades privadas ruins, sem processo seletivo".

Segundo Cardoso, a associação defende o "direito de ir e vir" do médico, independentemente do país que ele tenha se formado. No entanto, ressalta que para exercer a medicina no Brasil ele seja submetido a provas que atestem a sua qualificação.

"Não incentivamos que médicos vindos de países onde a assistência à saúde seja pequena venha ao Brasil, mas defendemos que todos tenham o direito de ir e vir, que tenham liberdade para escolher migrar ou não. Mas que o diploma seja validado", afirmou Cardoso.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Uma nova ajuda pra você: GLAUCIAMEDICINA.COM

A Gláucia Pinto, estudante de Medicina em Cochabamba montou um site novo com informações extremamente práticas e úteis pra você que quer ir estudar Medicina na Bolívia. Eu recomendo!

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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Saiba como ter diploma de medicina de fora reconhecido sem o Revalida

USP, Unicamp, Uerj, UFMG, UFMT e UFF possuem processos próprios.
Em 2014, UFF participará do Revalida; USP também estuda adesão.


Atualmente, médicos formados em faculdades fora do Brasil têm pelo menos sete opções para validar o diploma no país e conseguir a permissão para exercer o ofício: o Revalida, que encerrou suas inscrições na terça-feira (30), e os processos independentes realizados por pelo menos seis instituições, com regras e calendários variados: as federais Fluminense (UFF), no Rio, de Mato Grosso (UFMT) e Minas Gerais (UFMG), e as universidades estaduais do Rio de Janeiro (Uerj), de Campinas (Unicamp) e de São Paulo (USP). No ano que vem, porém, essa lista será menos diversa, já que a UFF decidiu aderir à próxima edição do Revalida. A USP também estuda integrar a prova centralizada do Ministério da Educação a partir de 2014.

Por lei, são as universidades públicas que têm a competência de validar qualquer diploma estrangeiro (desde que a instituição ofereça o curso em questão). Desde que o MEC lançou, em 2009, o Revalida (então chamado de Projeto Piloto), a grande maioria das faculdades de medicina federais e estaduais que ofereciam o serviço adotaram a prova do governo como uma das fases do processo. Nesse caso, elas continuam realizando a análise curricular e emitindo o documento de validação.

O governo não tem estatísticas sobre quais são as alternativas atuais ao Revalida, porque as instituições são autônomas, mas, entre 2010 e 2013, o número de universidades que aderiram à prova do MEC subiu de 24 para 37.


Segundo levantamento feito pelo G1, pelo menos seis ainda oferecem um processo paralelo. A advogada Mirtys Fabiany Azevedo Pereira, assessora jurídica de um site na internet especializado no procedimento, afirma que ele é marcado pela burocracia. Além de centenas de páginas de documentos com tradução juramentada (que pode custar cerca de R$ 20 mil), a maioria das instituições exige que o candidato se inscreva pessoalmente ou envie uma pessoa com procuração. "Na inscrição na UFMT eu apresentei 400 pessoas em março", contou.

Diferenças nos processos
Os mais procurados são os das federais de Mato Grosso e Minas Gerais, que tiveram, em 2013, 840 e 1.036 inscritos, respectivamente. Em São Paulo, Mirtys diz que ninguém se inscreve na USP e na Unicamp porque não há qualquer chance de aprovação. "Sempre dá carga [horária] incompatível [na análise curricular]."

O presidente da Comissão de Graduação da Faculdade de Medicina da USP, Edmund Chadad Bacarat, explica que a análise documental avalia não só a quantidade de disciplinas do curso, que em geral são as mesmas, mas também o conteúdo de cada uma. Como na USP o conteúdo é considerado forte, na maioria dos casos o candidato à validação sequer é chamado para a segunda fase (prova), porque a equivalência curricular fica abaixo dos 70% exigidos por lei. Dos três candidatos deste ano no processo realizado pela faculdade da capital, foi isso que aconteceu. Na Unicamp, quatro candidatos se apresentaram neste ano, e três processos já foram concluídos, com três reprovações.

Os coordenadores da validação na UFMT e na UFMG afirmam que suas instituições realizam a validação há mais de 20 anos e o processo é considerado transparente e eficaz. Além de terem o maior número de inscritos entre as seis alternativas (igual ou até mais alto que o próprio Revalida), elas também são as únicas que oferecem um curso de complementação de estudos, que o candidato pode fazer na própria instituição, se houver vaga, ou em uma faculdade particular. A advogada Mirtys explica que conhece apenas três instituições privadas com estrutura curricular para oferecer esse serviço, em MG, SC e TO, com preços que podem chegar a até R$ 100 mil por um ano de estudos.

As duas instituições, porém, afirmam que o nível de exigência de suas provas é o mesmo que o do Revalida e das avaliações de seus próprios estudantes de medicina. 


sexta-feira, 12 de julho de 2013

Governo vai aplicar Revalida para estudantes de medicina do Brasil

Prova feita por médicos estrangeiros que queiram trabalhar no Brasil, o Revalida será aplicado para estudantes brasileiros no segundo semestre

O Ministério da Educação (MEC) vai aplicar o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas (Revalida),
feito hoje por médicos formados no exterior que queiram exercer a profissão no Brasil, para estudantes do último ano de medicina de instituições de ensino do País. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), o objetivo é avaliar se a prova está adequada às diretrizes curriculares dos cursos.

Enquanto entidades médicas defendem a aplicação do Revalida para todos os médicos formados no exterior, os candidatos que fazem a prova reclamam do nível de exigência, que não estaria de acordo com o que é cobrado para um profissional recém-formado. Na edição de 2012, dos 884 candidatos inscritos, apenas 77 foram aprovados. Segundo dados do Inep, o percentual de aprovação - de 8,71% - é inferior ao verificado na primeira edição do exame, em 2011, quando 9,6% dos candidatos conseguiram a revalidação. 

A assessoria do Inep informou que a prova será aplicada para uma amostra de estudantes no segundo semestre deste ano. As regras sobre quem fará o exame serão divulgadas em um edital, que ainda não tem data prevista para ser publicado. O órgão disse que o objetivo é apenas avaliar a qualidade do exame, e não de testar a formação dos estudantes. O Inep também garantiu que não há nenhum estudo no sentido de aplicar o Revalida a todos os formandos no Brasil.

O Revalida
Desde a década de 1970, quem se formava em países latinos e caribenhos tinha o diploma automaticamente reconhecido pelo Brasil, que era signatário de um acordo de cooperação acadêmica que valeu até 1999. Contudo, a partir de então a validação passou a ser realizada por universidades públicas, com regras próprias.

Para padronizar a revalidação, o governo institui em 2010 o Revalida, que passou a ser uma alternativa mais uniforme para o processo. Entretanto, o teste é considerado excessivamente rigoroso. A primeira etapa constitui uma prova objetiva, com questões de múltipla escolha, e a segunda fase é composta de uma prova discursiva sobre a clínica médica. Em 2012, a primeira etapa foi aplicada em outubro, e a segunda, em dezembro.

Segundo o Inep, dos 77 aprovados no ano passado, 20 fizeram a graduação em Cuba, 15 na Bolívia, 14 na Argentina, cinco no Peru e na Espanha, quatro na Venezuela, três na Colômbia e Portugal, dois na Itália e no Paraguai e um na Alemanha, França, Uruguai e Polônia.

Importação de médicos
A aplicação do Revalida causou polêmica recentemente, após o anúncio do governo federal de um plano para trazer médicos do exterior para trabalhar em comunidades com falta de profissionais sem precisar passar pela prova. A ideia do governo - que faz parte do programa Mais Médicos, lançado na segunda-feira - é fazer uma formação desses profissionais durante três semanas em universidades públicas. 


Pela proposta, esses profissionais vão poder trabalhar por um período de até três anos em comunidades do interior e periferias de grandes cidades. Caso queiram atender em clínicas particulares e em outras localidades, precisarão passar pelo Revalida. No entanto, a medida é criticada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), que defende que todos os médicos formados do interior, precisam passar pela prova.

domingo, 12 de maio de 2013

Por que os médicos cubanos assustam

Elite corporativista teme que mudança do foco no atendimento abale o nosso sistema mercantil de saúde

Só em 2011, médicos cubanos recuperaram a visão gratuitamente de 2 milhões de pessoas em 35 países

A virulenta reação do Conselho Federal de Medicina contra a vinda de 6 mil médicos cubanos para trabalhar em áreas absolutamente carentes do país é muito mais do que uma atitude corporativista: expõe o pavor que uma certa elite da classe médica tem diante dos êxitos inevitáveis do modelo adotado na ilha, que prioriza a prevenção e a educação para a saúde, reduzindo não apenas os índices de enfermidades, mas sobretudo a necessidade de atendimento e os custos com a saúde.

Essa não é a primeira investida radical do CFM e da Associação Médica Brasileira contra a prática vitoriosa dos médicos cubanos entre nós. Em 2005, quando o governador de Tocantins não conseguia médicos para a maioria dos seus pequenos e afastados municípios, recorreu a um convênio com Cuba e viu o quadro de saúde mudar rapidamente com a presença de apenas uma centena de profissionais daquele país.

A reação das entidades médicas de Tocantins, comprometidas com a baixa qualidade da medicina pública que favorece o atendimento privado, foi quase de desespero. Elas só descansaram quando obtiveram uma liminar de um juiz de primeira instância determinando em 2007 a imediata “expulsão” dos médicos cubanos.

No Brasil, o apego às grandes cidades

Dos 371.788 médicos brasileiros, 260.251 estão nas regiões Sul e Sudeste

Neste momento, o governo da presidenta Dilma Rousseff só está cogitando de trazer os médicos cubanos, responsáveis pelos melhores índices de saúde do Continente, diante da impossibilidade de assegurar a presença de profissionais brasileiros em mais de um milhar de municípios, mesmo com a oferta de vencimentos bem superiores aos pagos nos grandes centros urbanos.

E isso não acontece por acaso. O próprio modelo de formação de profissionais de saúde, com quase 58% de escolas privadas, é voltado para um tipo de atendimento vinculado à indústria de equipamentos de alta tecnologia, aos laboratórios e às vantagens do regime híbrido, em que é possível conciliar plantões de 24 horas no sistema público com seus consultórios e clínicas particulares, alimentados pelos planos de saúde.

Mesmo com consultas e procedimentos pagos segundo a tabela da AMB, o volume de  clientes é programado para que possam atender no mínimo dez por turnos de cinco horas. O sistema é tão direcionado que na maioria das especialidades o segurado pode ter de esperar mais de dois meses por uma consulta.

Além disso, dependendo da especialidade e do caráter de cada médico, é possível auferir faturamentos paralelos em comissões pelo direcionamento dos exames pedidos como rotinas em cada consulta.

Sem compromisso em retribuir os cursos públicos

Há no Brasil uma grande “injustiça orçamentária”: a formação de médicos nas faculdades públicas, que custa muito dinheiro a todos os brasileiros, não presume nenhuma retribuição social, pelo menos enquanto não se aprova o projeto do senador Cristóvam Buarque, que obriga os médicos recém-formados que tiveram seus cursos custeados com recursos públicos a exercerem a profissão, por dois anos, em municípios com menos de 30 mil habitantes ou em comunidades carentes de regiões metropolitanas.

Cruzando informações, podemos chegar a um custo de R$ 792.000,00 reais para o curso de um aluno de faculdades públicas de Medicina, sem incluir a residência. E se considerarmos o perfil de quem consegue passar em vestibulares que chegam a ter 185 candidatos por vaga (UNESP), vamos nos deparar com estudantes de classe média alta, isso onde não há cotas sociais.

Um levantamento do Ministério da Educação detectou que na medicina os estudantes que vieram de escolas particulares respondem por 88% das matrículas nas universidades bancadas pelo Estado. Na odontologia, eles são 80%.

Em faculdades públicas ou privadas, os quase 13 mil médicos formados anualmente no Brasil não estão nem preparados, nem motivados para atender às populações dos grotões. E não estão por que não se habituaram à rotina da medicina preventiva e não aprenderam como atender sem as parafernálias tecnológicas de que se tornaram dependentes.

Concentrados no Sudeste, Sul e grandes cidades

Números oficiais do próprio CFM indicam que 70% dos médicos brasileiros concentram-se nas regiões Sudeste e Sul do país. E em geral trabalham nas grandes cidades. Boa parte da clientela dos hospitais municipais do Rio de Janeiro, por exemplo, é formada por pacientes de municípios do interior.

Segundo pesquisa encomendada pelo Conselho, se a média nacional é de 1,95 médicos para cada mil habitantes, no Distrito Federal esse número chega a 4,02 médicos por mil habitantes, seguido pelos estados do Rio de Janeiro (3,57), São Paulo (2,58) e Rio Grande do Sul (2,31). No extremo oposto, porém, estados como Amapá, Pará e Maranhão registram menos de um médico para mil habitantes.

A pesquisa “Demografia Médica no Brasil” revela que há uma forte tendência de o médico fixar moradia na cidade onde fez graduação ou residência. As que abrigam escolas médicas também concentram maior número de serviços de saúde, públicos ou privados, o que significa mais oportunidade de trabalho. Isso explica, em parte, a concentração de médicos em capitais com mais faculdades de medicina. A cidade de São Paulo, por exemplo, contava, em 2011, com oito escolas médicas, 876 vagas – uma vaga para cada 12.836 habitantes – e uma taxa de 4,33 médicos por mil habitantes na capital.

Mesmo nas áreas de concentração de profissionais, no setor público, o paciente dispõe de quatro vezes menos médicos que no privado. Segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar, o número de usuários de planos de saúde hoje no Brasil é de 46.634.678 e o de postos de trabalho em estabelecimentos privados e consultórios particulares, 354.536. Já o número de habitantes que dependem exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS) é de 144.098.016 pessoas, e o de postos ocupados por médicos nos estabelecimentos públicos, 281.481.

A falta de atendimento de saúde nos grotões é uma dos fatores de migração. Muitos camponeses preferem ir morar em condições mais precárias nas cidades, pois sabem que, bem ou mal, poderão recorrer a um atendimento em casos de emergência.

A solução dos médicos cubanos é mais transcendental pelas características do seu atendimento, que mudam o seu foco no sentido de evitar o aparecimento da doença. Na Venezuela, os Centros de Diagnósticos Integrais espalhados nas periferias e grotões, que contam com 20 mil médicos cubanos, são responsáveis por uma melhoria radical nos seus índices de saúde.

Cuba é reconhecida por seus êxitos na medicina e na biotecnologia

Em sua nota ameaçadora, o CFM afirma claramente que confiar populações periféricas aos cuidados de médicos cubanos é submetê-las a profissionais não qualificados. E esbanja hipocrisia na defesa dos direitos daquelas pessoas.

Não é isso que consta dos números da Organização Mundial de Saúde.  Cuba, país submetido a um asfixiante bloqueio econômico, mostra que nesse quesito é um exemplo para o mundo e tem resultados melhores do que os do Brasil.

Quando esteve em Cuba, em 2003, a deputada Lilian Sá foi conhecer com outros parlamentares o médico de família, uma equipe residente no próprio conjunto habitacional

Graças à sua medicina preventiva, a ilha do Caribe tem a taxa de mortalidade infantil mais baixa da América e do Terceiro Mundo – 4,9 por mil (contra 60 por mil em 1959, quando do triunfo da revolução) – inferior à do Canadá e dos Estados Unidos. Da mesma forma, a expectativa de vida dos cubanos – 78,8 anos (contra 60 anos em 1959) – é comparável a das nações mais desenvolvidas.

Com um médico para cada 148 habitantes (78.622 no total) distribuído por todos os seus rincões que registram 100% de cobertura, Cuba é, segundo a Organização Mundial de Saúde, a nação melhor dotada do mundo neste setor.

Segundo a New England Journal of Medicine, “o sistema de saúde cubano parece irreal. Há muitos médicos. Todo mundo tem um médico de família. Tudo é gratuito, totalmente gratuito. Apesar do fato de que Cuba dispõe de recursos limitados, seu sistema de saúde resolveu problemas que o nosso [dos EUA] não conseguiu resolver ainda. Cuba dispõe agora do dobro de médicos por habitante do que os EUA”.

O Brasil forma 13 mil médicos por ano em 200 faculdades: 116 privadas, 48 federais, 29 estaduais e 7 municipais. De 2000 a 2013, foram criadas 94 escolas médicas: 26 públicas e 68 particulares.

Formando médicos de 69 países

Estudantes estrangeiros na Escola Latino-Americana de Medicina
Em 2012, Cuba, com cerca de 13 milhões de habitantes, formou em suas 25 faculdades, inclusive uma voltada para estrangeiros, mais de 11 mil novos médicos: 5.315 cubanos e 5.694 de 69 países da América Latina, África, Ásia e inclusive dos Estados Unidos.

Atualmente, 24 mil estudantes de 116 países da América Latina, África, Ásia, Oceania e Estados Unidos (500 por turma) cursam uma faculdade de medicina gratuita em Cuba.

Entre a primeira turma de 2005 e 2010, 8.594 jovens doutores saíram da Escola Latino-Americana de Medicina. As formaturas de 2011 e 2012 foram excepcionais com cerca de oito mil graduados. No total, cerca de 15 mil médicos se formaram na Elam em 25 especialidades distintas.

Isso se reflete nos avanços em vários tipos de tratamento, inclusive em altos desafios, como vacinas para câncer do pulmão, hepatite B, cura do mal de Parkinson e da dengue.  Hoje, a indústria biotecnológica cubana tem registradas 1.200 patentes e comercializa produtos farmacêuticos e vacinas em mais de 50 países.

Presença de médicos cubanos no exterior

Desde 1963, com o envio da primeira missão médica humanitária à Argélia, Cuba trabalha no atendimento de populações pobres no planeta. Nenhuma outra nação do mundo, nem mesmo as mais desenvolvidas, teceu semelhante rede de cooperação humanitária internacional. Desde o seu lançamento, cerca de 132 mil médicos e outros profissionais da saúde trabalharam voluntariamente em 102 países.

No total, os médicos cubanos trataram de 85 milhões de pessoas e salvaram 615 mil vidas. Atualmente, 31 mil colaboradores médicos oferecem seus serviços em 69 nações do Terceiro Mundo.

No âmbito da Alba (Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América), Cuba e Venezuela decidiram lançar em julho de 2004 uma ampla campanha humanitária continental com o nome de Operação Milagre, que consiste em operar gratuitamente latino-americanos pobres, vítimas de cataratas e outras doenças oftalmológicas, que não tenham possibilidade de pagar por uma operação que custa entre cinco e dez mil dólares. Esta missão humanitária se disseminou por outras regiões (África e Ásia). A Operação Milagre dispõe de 49 centros oftalmológicos em 15 países da América Central e do Caribe. Em 2011, mais de dois milhões de pessoas de 35 países recuperaram a plena visão.

Quando se insurge contra a vinda de médicos cubanos, com argumentos pueris, o CFM adota também uma atitude política suspeita: não quer que se desmascare a propaganda contra o regime de Havana, segundo a qual o sonho de todo cubano é fugir para o exterior. Os mais de 30 mil médicos espalhados pelo mundo permanecem fiéis aos compromissos sociais de quem teve todo o ensino pago pelo Estado, desde a pré-escola e de que, mais do que enriquecer, cumpre ao médico salvar vidas e prestar serviços humanitários.

* PEDRO PORFÍRIO é Jornalista desde 1961, quando foi repórter da ÚLTIMA HORA, PEDRO PORFÍRIO acumulou experiências em todos os segmentos da comunicação. Já aos 18 anos, no início do governo revolucionário (1961-62) trabalhou em Cuba como editor de língua portuguesa da Rádio Havana.Trabalhou também nos jornais O DIA e CORREIO DA MANHÃ, TRIBUNA DA IMPRENSA, da qual foi seu chefe de Redação, nas revistas MANCHETE, FATOS & FOTOS, dirigiu a Central Bloch de Fotonovelas. Chefiou a Reportagem da Tv Tupi, foi redator da Radio Tupi teve programa diário na RÁDIO CARIOCA. Em propaganda, trabalhou nas agências Alton, Focus e foi gerente da Canto e Mello. Foi assessor de relações públicas da ACESITA e assessor de imprensa de várias companhias teatrais. Teatrólogo, escreveu e encenou 8 peças, no período de 1973 a 1982, tendo ganho o maior prêmio da crítica com sua comédia O BOM BURGUÊS. Escreveu e publicou 7 livros, entre os quais O PODER DA RUA, O ASSASSINO DAS SEXTAS-FEIRAS e CONFISSÕES DE UM INCONFORMISTA. Foi coordenador das regiões administrativas da Zona Norte, presidente do Conselho de Contribuintes e, por duas vezes, Secretário Municipal de Desenvolvimento Social. Exerceu também mandatos em 4 legislaturas na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, sendo autor de leis de grande repercussão social. Publicado em http://www.blogdoporfirio.com/2013/05/por-que-os-medicos-cubanos-assustam.html



segunda-feira, 6 de maio de 2013

ATENÇÃO! Dilma assina em junho decreto para contratar médicos estrangeiros para trabalhar no interior do país

Ministério da Saúde ficará responsável pelo pagamento dos salários desses profissionais



TERESINA — A presidente Dilma Rousseff vai autorizar a contratação de médicos estrangeiros para atuarem no interior do país. A informação foi divulgada pela ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Ideli Salvatti, durante participação no Encontro Estadual com Novos Prefeitos e Prefeituras, nesta terça-feira, em Teresina. Ela declarou que no Piauí, por uma orientação equivocada, poucas administrações municipais aderiram ao Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab).

O decreto será assinado em junho e os médicos estrangeiros serão pagos pelo Ministério da Saúde. Ideli Salvatti falou que atualmente os prefeitos pagam de R$ 25 mil a R$ 30 mil para um médico no interior do país, mas, mesmo assim, não encontram profissionais para as comunidades de menor perspectiva profissional para eles.

— Está muito difícil conseguir médicos que queiram atuar no interior do país. Por isso, a presidente resolveu adotar a medida para que médicos estrangeiros venham para cá. Além disso, é uma forma de reduzir o custeio dos prefeitos, já que o Ministério da Saúde irá pagar os benefícios desses médicos — afirmou Ideli.

O governo federal encontrou dificuldades para que as prefeituras do interior do país aderissem ao Provab. O programa oferece curso de pós-graduação em Saúde da Família, e uma bolsa mensal do governo federal no valor de R$ 8 mil durante um ano. Neste ano, o Provab recebeu 4.392 médicos nos serviços de atenção básica de saúde em 1.407 municípios.

O Nordeste absorveu a maior parte com 2.494 profissionais para trabalhar em 696 municípios. No Sudeste, foram 1.018 em 357 cidades. O Sul concentrou 370 médicos em 169 localidades. Para o Centro-Oeste, 269 para 101 municípios, e o Norte com 241 profissionais, que atuam em 84 regiões. O Piauí, que tem uma grande demanda por médicos no interior, recebeu 131 médicos do programa para apenas 51 dos 224 municípios do Estado.

— Muitos municípios não aderiram ao Provab. Eu não sei quem deu a orientação equivocada, mas a maior parte dos municípios não aderiu, e nós vamos pedir ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, se há possibilidade de reabrir o Provab novamente — comentou a ministra.

O decreto da presidente Dilma Rousseff permitirá ao Ministério da Saúde contratar, por um período, ainda a ser definido, médicos de todos os países. Entretanto, a maior demanda deve ser de profissionais vindos da Espanha e Portugal. De acordo com o Ministério da Saúde, já existe uma grande procura deles por causa da crise financeira europeia.

*O Globo
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Brasil quer contratar médicos do exterior para atuarem na Amazônia


Estratégia tenta suprir escassez de especialidades médicas.
Senador Eduardo Braga disse que médicos terão CRM provisório.


O senador e líder do Governo Federal no Senado, Eduardo Braga (PMDB), disse, na manhã deste sábado (2), em entrevista ao G1, que o Governo Federal estuda a contratação de médicos estrangeiros para atuar no interior da região Amazônica. O parlamentar comentou ainda sobre a eleição de Renan Calheiros para a presidência do Senado e assumiu voto no peemedebista.

"Nós na Amazônia temos grandes e graves carências de médicos especialistas no interior da nossa região. Não temos ginecologistas, ortopedistas, pediatras, obstetras, neurocirurgiões, anestesistas, enfim, faltam médicos especialistas no interior, e falta porque não há no país. Não adianta colocarmos salários de até R$ 25 mil porque esses médicos ganham isso ou quase isso em outras cidades e preferem morar em Ipanema do que em Tabatinga, por exemplo", disse o senador ao G1.

Segundo ele, a ideia está sendo estudada pela presidente Dilma Roussef, que já traça estratégias para que esses especialistas venham trabalhar no Brasil. "A presidente Dilma tem estudado com afinco a possibilidade de o Brasil aproveitar este momento econômico mundial para trazer médicos de Portugal, da Espanha, Cuba, Colômbia, Peru, Bolívia, que queiram vir trabalhar no interior do Brasil, concedendo a eles um CRM provisório por dois anos e estabelecendo uma bolsa de ajuda aos municípios que eles tenham condições de pagar esses médicos", completou Braga.

Eduardo Braga acredita que a estratégia de trazer médicos é necessária, pois o Brasil não pode formar médicos o suficiente para suprir a necessidade do país. "Não é um tema fácil porque tem a reação do Conselho Federal de Medicina, mas em contrapartida, nós não formaremos médicos para atender a nossa demanda nem daqui a 15 anos. Portanto, a única maneira de diminuir a dor e o sofrimento do nosso povo é nós trazermos esses especialistas de fora", enfatizou.

O líder do Governo no Senado falou ainda da estratégia para manter os médicos nas localidades para onde eles forem designados. "E temos que dar um CRM provisório, porque se ele sair de Tabatinga, por exemplo, nós temos que cancelar o CRM dele, se não ele pode vir pra Manaus ou ir pra qualquer cidade que não tem problema de falta de especialistas. Isso são mecanismos para fazer com que eles venham para atender em regiões onde nós temos extremadas carências", explicou.

*G1

UNICEN Cochabamba: Novo curso de Medicina com excelente relação custo-benefício




Via Medicina em Cochabamba (facebook)

Chegou o Curso de MEDICINA na UNICEN (Sede Cochabamba).
MATRICULAS ABERTAS! DIA 04 DE MARÇO INICIAM AS AULAS.
ATÉ DIA 15 ESTARÃO ACEITANDO AS INSCRIÇÕES.

Esta é a oportunidade para todos aqueles que estão no Brasil e que desejam estudar numa boa faculdade, carga horária de 11.000h, super bem localizada, boa estrutura física (um prédio novo de 7 andares) localizada num dos bairros mais nobres de Cochabamba Queru-Queru. Aqui você terá o MENOR custo-benefício.

VENHA E CONHEÇA A UNICEN. Não desista do seu SONHO!

OBS: É possivel creditar disciplinas para quem é da área da saúde.

ATENÇÃO!

Estão aceitando calouros até dia 15 de março.
Matrícula: 560 bols = 187,00 reais
Mensalidade do 1º ao 10º período = 840 bols = 280 reais
*Somente para quem começar os estudos até 15 de março de 2013!

Quem iniciar em agosto de 2013 pagará 280 reais no 1º periodo, e a partir do 2º período o valor ficará em 375,00 reais.

Quem tiver interesse em reservar a vaga logo por esse preço, entrar em contato com URGÊNCIA com a Gláucia!


INFORMAÇÕES:
Gláucia Pinto - glauciamedicina@hotmail.com
Tel: (591) 77163102 / (591) (4)4792494


Para legalização de documentos para estudar na UNICEN, falar com Gláucia Pinto.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

NOVIDADE: Validação de diploma de Medicina obtido no exterior pode mudar

Ideia é alterar metodologia do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos, exigido de profissionais interessados em trabalhar no Brasil


Uma nova alternativa para facilitar a validação de diplomas de Medicina obtidos no exterior está em discussão no governo. A ideia é alterar a metodologia do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos (Revalida) , exigido de profissionais interessados em trabalhar no País.

Pela proposta, a definição do padrão de dificuldade das questões, hoje atribuição de professores e médicos, passaria a ser feita por alunos no fim do curso.

Defensores da mudança afirmam que a medida tornaria o exame mais justo. "Não faz sentido aplicar uma prova mais difícil para médicos que se formam no exterior. O padrão tem de ser o mesmo", afirma o deputado Rogério Carvalho (PT-SE), que acompanha as discussões.

O número de brasileiros interessados em validar o diploma no Brasil deve crescer. Depois de Bolívia e Cuba, a Argentina é o novo destino de estudantes que desejam cursar Medicina mas não conseguem vaga em uma universidade pública e não têm recursos para pagar um curso particular, cuja mensalidade custa, em média, R$ 5 mil.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Agência Estado


*IG

domingo, 6 de janeiro de 2013

Como viajar para a Bolívia?



A empresa BOA sai diretamente de Guarulhos-SP com destino a Santa Cruz de La Sierra e também para Cochabamba. Quem pertence ao estado de São Paulo e outros estados vizinhos vale a pena a comodidade.

A companhia TAM vende voo direto para Santa Cruz de La Sierra (muitas vezes a pessoa não consegue comprar no site e precisa ir direto nas agências) e lá é possivel você ir de ônibus para Cochabamba ou de avião, pela empresa BOA.

A companhia que mais vende passagens é a GOL, com destino também a Santa Cruz de La Sierra. Querendo depois ir para Cochabamba, é só comprar antecipadamente pelo site da BOA.

Os valores de passagens variam muito dependendo da época de procura. É bom comprar sempre com alguns meses de antecedência para garantir um bom preço! Boa viagem!

Recapitulando:
TAM e GOL - Voos de todo o Brasil para Santa Cruz de La Sierra e de lá você poderá pegar um vôo pela BOA até Cochabamba.
BOA- Voos saindo de São Paulo direto para Santa Cruz de La Sierra e também Cochabamba!

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

A Gláucia está disponível via telefone para tirar suas dúvidas!

Lembra da Gláucia? A moça dos vídeos, que sempre ajuda a galera que quer estudar na Bolívia. Pois é, agora você tem um contato DIRETO com ela! Aproveite que ela está no Brasil desde o dia 1º de janeiro, e fica até 18 de fevereiro de 2013, e dá uma ligada para ela! Tire suas dúvidas, se informe melhor... O número é Tim, a ligação é baratinha. Sucesso!



(91) 8070-2060

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Jornal Nacional: Médicos formados fora do país têm dificuldades para validar o diploma

Cerca de 10% desses recém-formados passam no revalida, a prova nacional com testes, questões escritas e uma parte prática.




Durante toda a semana, o Jornal Nacional mostrou a formação dos médicos brasileiros. Neste sábado (15), na última reportagem da série especial, você conhece o desafio dos profissionais que estudaram no exterior e têm de validar o diploma no Brasil para não trabalhar na ilegalidade.

Marcos deixou a Bahia para fazer medicina na Bolívia. Lucas saiu do Paraná e se formou em Cuba. São médicos com diplomas tirados no exterior, mas que só poderão exercer a profissão por aqui depois de uma avaliação.

Marcos acha natural. “É pertinente, é um exame que deve ser feito”, diz ele.

O pernambucano Maicon Nunes Martins reclama. “Esse exame, para mim, é uma injustiça. Tenho certeza que nem os graduados no Brasil teriam condições de aprovar”, opina ele, que se formou em Cuba.

Cerca de 10% desses recém-formados passam no revalida, a prova nacional com testes, questões escritas e uma parte prática. Mas há faculdades com autonomia para fazer suas próprias provas.

Isso não é ilegal, diz o ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Mas também não é o ideal. “Não acho um bom caminho. É muito melhor que a gente tenha um exame nacional reconhecido. Todas as universidades federais respeitam o revalida”, avalia.

Um médico prefere não se identificar por temer preconceito. Ele fez faculdade na Bolívia e a prova de revalidação foi no Rio Grande do Norte.

JN: Foram 200 perguntas, tipo teste?

Médico: É, tipo teste, múltipla escolha.

JN: Teve prova prática?

Médico: Não, não teve prova prática.

Aprovado, conseguiu um emprego no Recife.

“Trabalho no pronto-socorro e estudo para fazer a residência”, conta ele.

Ele conta ainda que vários amigos seguiram o mesmo caminho, mas que existe gente sem diploma reconhecido exercendo a profissão ilegalmente:

"Tem muita gente sem CRM trabalhando em pequenos interiores em estados do Norte."

Foi o que constatou o Conselho Regional de Medicina do Acre. Em uma blitz recente, o flagrante: duas mulheres trabalhando sem registro no município de Tarauacá. Um problema grave, denunciado também em outras regiões do país.

“É uma situação de polícia, uma situação criminosa que vem ocorrendo”, destaca Mário Jorge Lôbo, presidente do Sindicato dos Médicos de Pernambuco.

Uma situação que precisa ser resolvida. Afinal, muitos dos que estudaram longe de casa, fazendo sacrifício, não querem ser vítimas de preconceito, e sonham poder exercer a profissão de médico, dentro da lei, e com toda a dignidade.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Medicina em Cochabamba no Facebook e Twitter!

Você precisa participar disso! Sabia que nosso blog agora também está presente no Facebook? Sim! Juntamente com a Gláucia, a página Medicina em Cochabamba leva até você o conteúdo do DRLUISFELIPE.COM além de informações exclusivas e muito úteis! Curte lá, é só clicar na imagem abaixo!


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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Vídeo: Tire suas dúvidas - Medicina na Bolívia 2013! Parte 3

O último vídeo da série sobre Medicina na Bolívia, com a Gláucia, estudante da Unifranz. Pessoa conceituadíssima, cirurgiã-dentista formada pela Universidade Federal do Pará, que foi atrás do seu sonho no país vizinho, assim como milhares de brasileiros. Você pode ser o próximo, é só querer!

Para você que não viu ainda os outros vídeos, é só acompanhar:
*Aumente o volume para entender melhor.

Medicina na Bolívia - Tire as suas dúvidas (3)

E-mail para contato: glauciamedicina@hotmail.com


ATENÇÃO! Você quer ir pra Bolívia em 2013? A Gláucia pode te ajudar! Ela tira suas dúvidas, e ainda pode te assessorar da melhor forma possível! Legalização de todos os documentos para estudar Medicina, localização de apartamentos, casas, moradia, faz o Visto Estudantil de 2 anos, faz até a matrícula na universidade! É só mandar um e-mail: glauciamedicina@hotmail.com



Já curtiu Medicina em Cochabamba no Facebook? Lá você encontra dicas exclusivas sobre estudar Medicina na Bolívia! Clique aqui e confira!

Vídeo: Medicina na Bolívia - parte 2!

E não é que tem mais vídeo sobre a Bolívia? Sim! Agora, todas as suas dúvidas podem ser tiradas! 2013 te espera, vai cursar Medicina na Bolívia sem vestibular, com tranquilidade!

Para você que perdeu o outro vídeo, é só clicar aqui e dar uma olhada. Agora, vamos ver a segunda parte dessa conversa com a Gláucia, estudante de Medicina da Unifranz de Cochabamba - Bolívia. Ela vai tirar todas as suas dúvidas!

*Aumente o volume para entender melhor.

Medicina na Bolívia - Tire as suas dúvidas (2)

E-mail para contato: glauciamedicina@hotmail.com

ATENÇÃO! Você quer ir pra Bolívia em 2013? A Gláucia pode te ajudar! Ela tira suas dúvidas, e ainda pode te assessorar da melhor forma possível! Legalização de todos os documentos para estudar Medicina, localização de apartamentos, casas, moradia, faz o Visto Estudantil de 2 anos, faz até a matrícula na universidade! É só mandar um e-mail: glauciamedicina@hotmail.com

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

VÍDEO: Tudo sobre Medicina na Bolívia em 2013!

Abaixo tem um vídeo informal feito por uma estudante brasileira de Medicina na Bolívia, a Gláucia Pinto, onde ela esclarece algumas dúvidas acerca dos processos legais, e outros temas.

*Aumente o volume para entender melhor.

Medicina na Bolívia - Tire suas dúvidas

E-mail para contato: glauciamedicina@hotmail.com


ATENÇÃO! Você quer ir pra Bolívia em 2013? A Gláucia pode te ajudar! Ela tira suas dúvidas, e ainda pode te assessorar da melhor forma possível! Legalização de todos os documentos para estudar Medicina, localização de apartamentos, casas, moradia, faz o Visto Estudantil de 2 anos, faz até a matrícula na universidade! É só mandar um e-mail: glauciamedicina@hotmail.com

sábado, 24 de novembro de 2012

Medicina 2013 na Argentina, Bolívia ou em Cuba!



Para você que já conhece as vantagens de cursar Medicina na Argentina, Bolívia ou em Cuba, trago aqui um excelente contato que pode te ajudar muito!

A Gláucia faz a legalização dos documentos necessários para você poder viajar sem dor de cabeça! E tudo isso, da maneira mais transparente e justa possível. Definitivamente, eu recomendo.

Não precisa nem adicioná-la, é só enviar uma mensagem via inbox que ela estará pronta pra te responder. No perfil, você encontra também o e-mail pessoal dela e alguns telefones que podem ser usados para o contato também.


Boa viagem, bons estudos!

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Médica brasileira se diz satisfeita com formação e vida na Bolívia




Depois de terminar o colégio na rede pública da cidade de Ariquemes, em Rondônia, Rafaela Vieira Mota se viu diante de um problema. Na universidade federal que atende a região, a Unir, não havia o curso de medicina. Como teria de sair de lá, optou por buscar a formação em outro país. "Sempre quis fazer medicina fora. Minha mãe viu um convênio pelo Ministério da Educação, que permite a estudantes estudarem em outros lugares da América do Sul. Acabei o ensino médio e já fui estudar em Sucre (Bolívia)", conta a brasileira, hoje com 29 anos e já formada.

O convênio citado é o Andrés Bello (CAB), parceria entre países sul-americanos para desenvolvimento educacional, cultural e científico que uniformiza as disciplinas educacionais, permitindo que estudantes e pesquisadores possam estudar em diversas universidades, cujo currículo similar facilita na hora de revalidar o diploma. Foi através dele que Rafaela conseguiu transferência para a Universidade Autônoma de Gabriel Rene Moreno, em Santa Cruz de la Sierra, após seis meses na Universidad San Francisco Xavier de Chuquisaca. "Não sabia que tinha tanto brasileiro fazendo medicina nesta cidade", comenta.

"Não queria voltar como a menina do interior que foi estudar fora e retornou com uma filha como diploma" 
Rafaela Mota, médica

Os compatriotas, contudo, eram minoria nas universidades públicas bolivianas. A médica, que chegou em 2000 a Santa Cruz, notou que o processo de seleção local também era uma barreira para os brasileiros, que se concentram, geralmente, em faculdades particulares. "Poucos estudavam na universidade estatal. Existe um vestibular com 300 vagas, mas só os melhores conseguem entrar. Por não ter tanto brasileiro, o curso de medicina é melhor. Não tem muito aquele clima de oba-oba de morar fora de casa. Os estudantes são mais focados e aprendem melhor", afirma.

Após dois anos de faculdade, Rafaela se apaixonou por um ex-professor, engravidou e se casou. Foi um período conturbado. "Tive dificuldades para me formar. Primeiro, pelo preconceito. Eles acham que toda brasileira é p... por ser mais extrovertida. Eu me apaixonei, engravidei, fiquei muito mal, senti que tinha traído a confiança dos meus pais, pensei em desistir, mas não queria voltar para o Brasil como a menina do interior que foi estudar fora e retornou com uma filha como diploma", reflete.

Rafaela se ergueu e foi em frente. Acabou o curso e voltou ao Brasil para revalidar o diploma. E apesar de ter estudado em uma universidade pública, que tem a grade curricular parecida com a de faculdades brasileiras, ela acredita que contou com o acaso no exame. "Tive 50% de sorte na prova. Aqui na Bolívia se faz muita prática, desde o primeiro ano se começa a fazer estágios nos hospitais públicos. Mas a parte teórica é falha. Quando fui fazer o teste, tive problema com os nomes técnicos, pois na Bolívia é um e no Brasil, outro. Além disso, não temos algumas matérias, como Sistema Único de Saúde (SUS)".

Sorte ou não, ela conseguiu o registro. E, com família constituída na Bolívia, se preparou para voltar ao país. Mas não sem uma parcela de dúvida. "Fiquei entre a cruz e a espada. Poderia voltar ao Brasil, ganhar mais, mas meu marido é médico, já tinha estabilidade e não me acompanharia imediatamente na mudança. No Brasil se trabalha muito, é plantão de segunda a segunda. Se eu voltasse, estaria ganhando muito dinheiro e talvez não tivesse nem começado minha especialização. Aqui não me falta nada. Tenho minha casa, carro novo, sítio, minha mãe mora aqui, minha filha não estuda na pior escola de Santa Cruz. Por isso não penso em regressar rápido. Estou feliz sendo médica na Bolívia", relata Rafaela.

A brasileira, que está terminando uma especialização em medicina legal e leciona esta disciplina em universidades no curso de Direito, reforça que uma família vive muito bem com cerca de US$ 2 mil em Santa Cruz. "Temos uma lei chamada Financial, que estabelece o teto salarial do funcionário público em 15 mil pesos bolivianos (cerca de R$ 5 mil), que é o salário do presidente Evo Morales. Meu marido dá aulas na universidade e eu trabalho no hospital. Juntando os salários o valor não pode passar deste teto. Mas ele faz cirurgias particulares em que tira US$ 1 mil, fazendo uma cirurgia por mês. Então, temos tudo aqui. No Brasil é mais status. Aqui, como dizem, todo mundo é doutor neste Pueblo", brinca, antes de concluir. "Mas quero morrer na minha terra. Quando vou voltar, ainda não sei".

Exame para médicos formados no exterior aprova só 12,5% de candidatos na 1ª fase

Segunda etapa do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos (Revalida) será realizada nos dias 1º e 2 de dezembro, em Brasília com apenas 98 participantes


Apenas 12,5% dos 782 médicos estrangeiros – ou brasileiros que fizeram o curso de medicina fora do país – que realizaram a primeira etapa do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos (Revalida) foram aprovados para a segunda etapa da avaliação. Os noventa e oito médicos realizarão os exames nos dias 1º e 2 de dezembro, em Brasília, no Hospital das Forças Armadas (HFA). Na prática, o diploma desses profissionais obtidos em universidades fora do Brasil não tem validade no país.

Realizado, desde 2011, pelo Instituto de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o Revalida é feito em duas etapas. A primeira delas é composta por uma prova objetiva, com questões de múltipla escolha, e uma prova do tipo discursiva.


Já na segunda etapa, é realizada a parte prática, com uma avaliação de habilidades clínicas. Tal exame tem o objetivo de verificar conhecimentos, habilidades e competências requeridas para o exercício profissional adequado ao Sistema Único de Saúde (SUS), em nível equivalente ao exigido dos médicos formados no Brasil.

As duas fases têm caráter eliminatório. Os candidatos precisam, ainda, apresentar o Certificado de Proficiência em Língua Portuguesa para Estrangeiros (Celpe-Bras), no nível intermediário-superior.

Médicos em atuação no Brasil

De acordo com informações do Conselho Federal de Medicina (CFM), o país tem 371.788 médicos em atuação. O número foi registrado em outubro de 2011 e confirma tendência de crescimento da categoria, o que ocorre há 40 anos. De 1970 até hoje, houve um aumento de 530% de profissionais - naquele ano o país tinha 58.994 médicos. A estimativa do conselho é que, desde o ano passado, cerca de 16.800 novos profissionais entram no mercado de trabalho anualmente.

A entidade defende o atual formato do exame e condena a revalidação automática de diplomas estrangeiros. “Sem observar estes critérios, se colocará em risco a saúde da população e não solucionará o problema da falta de médicos em algumas regiões e em determinados serviços públicos de saúde no Brasil”, afirma, em nota, o CFM.

*IG

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Atenção diplomados de saúde!


Você, profissional da área de saúde, que deseja cursar Medicina na Bolívia, eu trouxe uma ótima proposta pra você! 

Presta atenção nisso!

Diplomados de qualquer área da saúde podem ingressar direto entre o 4º e o 6º semestre/período de Medicina na Bolívia de forma totalmente segura, sem complicar a revalidação! Já pensou a economia? E tudo na maior tranquilidade! É realmente uma ótima proposta, fiquei surpreso quando descobri!

Para saber tudo, pode enviar um e-mail para convalidacaomedbol@hotmail.com

Maiores informações também, é só me adicionar no facebook (aqui).
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