sexta-feira, 27 de julho de 2012

Vídeo alerta sobre o estudo da Medicina em São Paulo



Não é uma crítica. É apenas um Alerta!

"No ano de 2010, dos 594 processos para Revalidação do Diploma, 184 foram deferidos, um total de 31% de APROVADOS e 69% de REPROVADOS. Manteve-se a mesma média 31% do ano de 2009."
(Antônio José de Amorim, diretor da Faculdade de Medicina da UFMT).
http://www.revalmed.com.br/noticias/universidade-sobre-pressoes

No último exame realizado pelo CREMESP com os médicos formados em SP, dos 533 participantes, 170 alunos foram bem sucedidos, um total de 32% de APROVADOS e 68% de REPROVADOS.
http://www.youtube.com/watch?v=kIUkECPs95c

Números de 2010 são parecidos: 31% contra 32% ••• 69% contra 68%.
SABE QUAL É A MAIOR DIFERENÇA?
Os 69% dos formados no exterior, não foram liberados para trabalhar no Brasil. 
Os 68% dos formados no Brasil, foram liberados!

VEJAM COMO AS APROVAÇÕES DOS FUTUROS MÉDICOS BRASILEIROS VEM CAINDO:
2005 - de 998 avaliados - 69% aprovados.
2006 - de 686 avaliados - 62% aprovados.
2007 - de 833 avaliados - 44% aprovados.
2008 - de 690 avaliados - 39% aprovados.
2009 - de 650 avaliados - 44% aprovados.
2010 - de 533 avaliados - 32% aprovados.

O Cremesp dará início à campanha em defesa de um Exame Nacional obrigatório, como condição para a obtenção do registro profissional de médico junto aos Conselhos Regionais de Medicina.

*Descrição do vídeo

UPE convoca candidatos para a 3ª fase do Provalida


Processo de Revalidação de Diploma de Médico Graduado no Exterior
(Provalida UPE 2012)

CONVOCAÇÃO PARA FASE III

PROVA TEÓRICA DISCURSIVA

Os candidatos abaixo relacionados, conforme calendário do edital, realizarão as provas da Fase III no dia 29 de julho de 2012.

Horário: 08:00 h, devendo o candidato chegar ao prédio com 01 (uma) hora de antecedência.

Local de realização das provas: PRÉDIO CENTRAL DA REITORIA, Avenida Agamenon Magalhães, s/n, Santo Amaro, Recife - PE







Disponível: UPE

Médicos graduados em São Paulo terão de fazer prova que fiscaliza a qualidade do ensino

Segundo o Cremesp, o principal motivo da obrigatoriedade do exame é a queda acentuada na qualidade do ensino médico em decorrência da abertura de novas faculdades no país



A partir deste ano, os alunos que se formarem em medicina terão que realizar uma prova para poderem se registrar no estado de São Paulo. O exame, que será realizado anualmente pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp), vai avaliar a formação dos novos médicos que estão entrando no mercado de trabalho. No entanto, um desempenho ruim não reprovará o aluno – ele terá de apresentar apenas a declaração de participação no exame, e não a nota, na hora do registro.

A primeira prova deve ser aplicada em novembro deste ano. A nota de cada aluno será confidencial. O resultado geral do exame deve ser entregue a cada escola, ao Ministério da Educação e à imprensa.  O objetivo é avaliar a qualidade do ensino de medicina do país. “O médico mal formado vai passar 45 anos atuando de maneira errada. Nós não vamos punir o aluno, mas proteger a população”, diz Bráulio Luna Filho, conselheiro do Cremesp.

Segundo a direção do Cremesp, o principal motivo da obrigatoriedade do exame é a queda acentuada na qualidade do ensino médico em decorrência da abertura de novas faculdades no país. “Hoje temos 96 cursos de medicina no Brasil, só perdemos para Índia”, diz Renato Azevedo Júnior, presidente do Cremesp. Nesses últimos dez anos, o número de processos contra médicos aumentou 302%.

Para mostrar a precariedade do ensino, o Cremesp aplica há sete anos um exame opcional entre os formandos em medicina. Dos 4.821 alunos que já participaram, 46,7% foram reprovados. “É uma prova de conhecimentos básicos, que todo médico deveria saber para atender bem à população”, diz Azevedo Junior. Ainda por cima, se trata de um exame voluntário, no qual só participam os alunos que se sentem à vontade para fazer a prova. De todos os formados desde 2004, só 15% participaram do exame.


Legislação – Os Conselhos Regionais de Medicinas têm o papel de fiscalizar o exercício da medicina e são os responsáveis por autorizar o exercício da profissão no país. Segundo a lei, eles podem exigir que o candidato apresente os documentos que achar necessários na hora do registro. No entanto, eles não podem reprovar o candidato que não passar na prova. “Infelizmente não temos poder para impedir o registro desse aluno”, diz Azevedo Junior.

Para que a prova funcione como o Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), com poder de reprovar em escala nacional os alunos com desempenho ruim, é necessário que haja uma mudança na legislação. O diretor do Cremesp cita o Projeto de Lei do Senado de numero 217, de 2004, do ex-senador Tião Vianna, como ideal. Ele institui o “Exame Nacional de Proficiência em Medicina como requisito para exercício legal da Medicina”, mas ainda está tramitando no Senado.

Prova – A prova deverá ser aplicada a 3.000 alunos neste ano. Ela será formulada e aplicada pela Fundação Carlos Chagas, que já faz a prova atual do Cremesp. A inscrição será gratuita. Os formados de outros estados que queiram se registrar em São Paulo terão de passar pelo exame.  No entanto, o Cremesp não pode impedir a atuação em São Paulo de médicos que estejam inscritos nos conselhos de outros estados do Brasil. Segundo Renato Azevedo Júnior, os outros Conselhos Regionais de Medicina vão acompanhar a experiência, a fim de observar os resultados alcançados. 

Medicina é passaporte para brasileira na Faixa de Gaza




A médica anestesista brasileira Liliana Mesquita Andrade aderiu há dois anos à ONG internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) e em junho passou um mês na Faixa de Gaza em um programa de cirurgias plásticas de reconstrução.

Segundo a organização, o número de pessoas que sofrem com complicações causadas por ferimentos sérios vem aumentando em Gaza nos últimos anos, mas com o bloqueio israelense (que controla os espaços aéreo e marítimo, além de tudo que entra e sai do território) é difícil ter acesso a cuidados médicos especializados.

Em 2010 a MSF assinou um acordo com autoridades de saúde e deu início ao programa, com autorização do governo israelense, focando em cirurgias plásticas reparadoras.

As cirurgias mais comuns são aquelas para corrigir efeitos resultantes de queimaduras, ferimentos nas mãos, contratura de pele (nas axilas, cotovelos e mãos), amputação de dedos e sindactilismo (má formação congênita caracterizada pela junção ou fusão, completa ou parcial, de dois ou mais dedos das mãos ou dos pés).

Em sua sexta missão pela organização, Liliana já passou pelo Paquistão, Sudão do Sul, República Centro Africana e Haiti, mas diz que em Gaza percebeu o sentido verdadeiro da vocação como médica. Mais de 80% de seus pacientes no período eram crianças.

Ela conta que juntou-se à ONG por questões pessoais e paixão pela medicina, motivações que ela pôde colocar em prática em Gaza, onde disse ter sentido que seu diploma "foi revalidado".

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